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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Uma atleta de Ivinhema volta ao topo do vôlei de praia mundial depois de 14 meses, e o fez virando quatro

A dupla brasileira Victória Lopes e Thâmela Coradello venceu a etapa Elite de Montréal de vôlei de praia, encerrando um jejum de 14 meses e consolidando o melho

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Uma atleta de Ivinhema volta ao topo do vôlei de praia mundial depois de 14 meses, e o fez virando quatro

Victória Lopes e Thâmela Coradello venceram a etapa Elite de Montréal, a última do circuito mundial de vôlei de praia. A dupla brasileira superou as norte-americanas Kristen Cruz e Taryn Brasher por 2 sets a 1 na final.

Das sete vitórias na competição, seis foram decididas no tie-break, demonstrando a resiliência das atletas. A semifinal contra as canadenses Melissa Humana-Paredes e Brandie Wilkerson foi o jogo mais desafiador do torneio.

O título encerra um jejum de 14 meses para a dupla, que havia conquistado o ouro anterior em Ostrava em 2025. Este foi o melhor resultado brasileiro nas etapas Elite da temporada, com duas duplas no pódio.

A vitória de Victória tem peso extra para a formação da dupla olímpica de Los Angeles em 2028. A sul-mato-grossense Victória Lopes, nascida em Ivinhema, e a capixaba Thâmela Coradello venceram no domingo (23) a etapa Elite de Montréal, no Canadá, a última do nível mais alto do circuito mundial de vôlei de praia nesta temporada.

Na final, a dupla brasileira bateu as norte-americanas Kristen Cruz e Taryn Brasher por 2 sets a 1, com parciais de 19/21, 21/18 e 15/12. Perderam o primeiro set e viraram, o que foi menos exceção do que rotina naquele fim de semana.

Sete jogos, seis tie-breaks Foram sete partidas entre quinta-feira e domingo, e sete vitórias. Seis delas foram para o terceiro set, e as brasileiras venceram todos.

Em quatro, a virada veio depois de perder o set de abertura. O jogo que definiu o torneio foi a semifinal. Thâmela e Victória enfrentaram as canadenses Melissa Humana-Paredes e Brandie Wilkerson, vice-campeãs olímpicas, em quadra cheia e com a torcida contra.

As mesmas canadenses já as haviam derrotado na fase de grupos. Na revanche, as brasileiras perderam o primeiro set, salvaram o segundo em 22/20 e fecharam o terceiro em 15/7.

O bronze acabou ficando com a dupla da casa, que venceu as alemãs Svenja Müller e Cinja Tillmann na disputa de terceiro lugar. Catorze meses entre um ouro e outro O título encerra um jejum que durava mais de um ano.

A conquista anterior da dupla foi em Ostrava, na República Tcheca, em 2 de junho de 2025. Há um detalhe que dimensiona esse intervalo. Quando venceram em Ostrava, Thâmela e Victória eram as número 1 do ranking mundial.

Chegaram a Montréal como vice-líderes. Nos catorze meses entre um ouro e outro, continuaram subindo em pódio, sem alcançar o degrau mais alto, e viram a liderança escapar.

Desde que passaram a jogar juntas no circuito, são 25 torneios e dez medalhas: quatro ouros, duas pratas e quatro bronzes. O que o resultado significa para o Brasil Foi o melhor resultado brasileiro nas etapas Elite da temporada.

E foi a primeira vez em 2026 que o país colocou duas duplas no pódio da categoria: além do ouro feminino, André e Renato ficaram com a prata no masculino, derrotados na final pelos noruegueses Anders Mol e Christian Sørum por 21/16 e 21/18.

Para Victória, o resultado tem peso a mais. A formação de uma dupla para os Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028, passa pelo desempenho no circuito ao longo do ciclo, e um ouro em etapa Elite é a moeda mais forte dessa conta.

Ivinhema tem 30 mil habitantes e fica a cerca de 300 quilômetros de Campo Grande. É de lá que saiu a atleta que está hoje entre as duas melhores do mundo na modalidade.

Entenda O ouro de Montréal, ponto a ponto A final Thâmela Coradello e Victória Lopes 2 a 1 sobre Kristen Cruz e Taryn Brasher, dos Estados Unidos, com 19/21, 21/18 e 15/12 A campanha Sete jogos entre quinta-feira e domingo, sete vitórias.

Seis foram para o tie-break, e quatro delas começaram com derrota no primeiro set A dupla Vice-líder do ranking mundial. Em 25 torneios juntas no Beach Pro Tour, somam dez medalhas: quatro ouros, duas pratas e quatro bronzes A de MS Victória Lopes, conhecida no circuito como Vic, nasceu em Ivinhema, município de 30 mil habitantes a cerca de 300 quilômetros de Campo Grande + O caminho até a medalha Na fase de grupos, as brasileiras perderam para as canadenses Melissa Humana-Paredes e Brandie Wilkerson.

Na semifinal reencontraram as mesmas adversárias, vice-campeãs olímpicas e favoritas diante da torcida da casa, e viraram o jogo: 19/21, 22/20 e 15/7. Na final, contra Cruz e Brasher, perderam o primeiro set de novo e de novo viraram: 19/21, 21/18 e 15/12.

O bronze ficou com as canadenses, que bateram as alemãs Svenja Müller e Cinja Tillmann. + O jejum de 14 meses, e a queda para o segundo lugar O título anterior da dupla foi em Ostrava, na República Tcheca, em 2 de junho de 2025.

Antes dele, o de Saquarema, em abril do mesmo ano. Quando venceram em Ostrava, Thâmela e Victória eram as primeiras do ranking mundial. Chegaram a Montréal na segunda posição.

São 14 meses entre um ouro e o outro, período em que a dupla continuou subindo em pódio, mas sem chegar ao degrau mais alto. + O que é a etapa Elite, e o que vem agora O Beach Pro Tour, circuito mundial organizado pela Volleyball World, tem três níveis.

O Elite16 é o mais alto, com 16 duplas por chave. Abaixo dele vêm as etapas Challenge e Futures. Montréal foi a oitava e última etapa Elite de 2026. Ainda há torneios da categoria Futures até o fim da temporada.

No masculino, André e Renato ficaram com a prata, derrotados na final pelos noruegueses Anders Mol e Christian Sørum por 21/16 e 21/18. Resultados, parciais e classificação conforme a Volleyball World, organizadora do Beach Pro Tour, e a cobertura especializada, conferidos pela reportagem.

População de Ivinhema conforme estimativa do IBGE para 2025.

Catorze meses entre um ouro e outro.

O título encerra um jejum que durava mais de um ano. A conquista anterior da dupla foi em Ostrava, na República Tcheca, em 2 de junho de 2025.

Há um detalhe que dimensiona esse intervalo. Quando venceram em Ostrava, Thâmela e Victória eram as número 1 do ranking mundial. Chegaram a Montréal como vice-líderes.

O que o resultado significa para o Brasil.

O título anterior da dupla foi em Ostrava, na República Tcheca, em 2 de junho de 2025. Antes dele, o de Saquarema, em abril do mesmo ano.

O Beach Pro Tour, circuito mundial organizado pela Volleyball World, tem três níveis. O Elite16 é o mais alto, com 16 duplas por chave. Abaixo dele vêm as etapas Challenge e Futures.

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Em números

  • Ivinhema tem 30 mil habitantes e fica a cerca de 300 quilômetros de C
  • Eram o primeiro set, salvaram o segundo em 22/20 e fecharam o terceiro em 15/7

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • A Críticalink