Em Arroio do Sal (RS), Felipe Valim (MDB) obteve 4. 592 votos (ou 62,96% dos 7. 293 votos válidos) e derrotou Valdir Censi (PP), que recebeu 2. 701 (37%). Com 9.
496 eleitores aptos a votar, a abstenção, na cidade, atingiu 19%.
Max Luz (Solidariedade) foi eleito prefeito de Goiatins (TO) com 3. 863 votos (52,85%), terminando à frente de Dida Filgueiras (Podemos), que recebeu 3. 446. No município tocantinense foram registrados 7.
703 votos válidos e a abstenção foi de 12,58%.
Em Itaguaí (RJ), na região metropolitana do Rio de Janeiro, a disputa foi vencida por Haroldinho Jesus (PDT), que recebeu 58. 054 votos (77,47%). Em segundo lugar ficou Kelaine Goulart (Novo), cuja candidatura ainda não foi aprovada pela Justiça Eleitoral, e que obteve 14.
260 votos (19,03%). Mais dois candidatos disputavam o pleito: Luciano Mota (PT) e Marcelo Cunha (Democrata). Mota terminou com 2. 243 votos (2,99%) e Cunha com 380 (0,51%).
Os eleitores de Macedônia (SP), no interior paulista, elegeram Vado (PSD), com 1. 835 votos (57,54%). Adilson Helena (União) recebeu 1. 354 votos (42,46%) e a abstenção foi de 18,42%.
Em Martinópolis (SP), Beto Leite (União) venceu a eleição suplementar, disputada por três chapas. Leite recebeu 8. 247 votos (59,09%) e terminou à frente de Marquinhos Xavier (PSDB), que teve 4.
166 votos (29,85%), e Gabriel Valões (MDB), com 1. 544 votos (11,06%). A abstenção foi de 3. 369 eleitores (18,66%).
Em Narandiba (SP), Claudião Damacena (União) recebeu o maior número de votos (2. 135 ou 56,90%), mas o resultado ainda depende da análise da Justiça Eleitoral, já que sua candidatura está sub judice.
O outro candidato, Pedrinho (PRD), obteve 1. 617 votos (43,10%). Na cidade, a abstenção chegou a 11,73%.
Em Santana do Itararé (PR), Zé Izac (PT) foi eleito prefeito com 2. 043 votos, ou 54,32% dos votos válidos. Ele venceu Brunão Mota (PSD), que obteve 1. 718 votos (45,68%).
Dos 4. 660 eleitores aptos a votar, 3. 957 (84,91%) compareceram às urnas e a abstenção atingiu 15,09%.
Em nota, o TSE explicou que as eleições suplementares são realizadas nos casos em que a Justiça Eleitoral tenha indeferido (recusado) ou cassado o registro de candidatura do aspirante ao cargo em disputa que tenha sido mais votado durante o pleito majoritário.
Isso pode ocorrer por abuso de poder político e econômico, entre outros motivos.
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