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Eleições 2026

Malafaia criticou viagem de Bolsonaro aos EUA em 2022: “Um líder fica”

3 min de leitura
Urna eletrônica — Eleições 2026

O pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, criticou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), seu aliado, por ter viajado para a Flórida, nos Estados Unidos, em dezembro de 2022, depois de perder a eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

  • Flávio cruzou a fronteira e pegou avião para o Equador, diz Migração argentina.
  • Comboio deixou casa de Flávio na noite anterior à sua saída do Brasil.
  • Leia a cronologia dos fatos que levaram Flávio a deixar o Brasil.
  • EUA irão conceder vistos a Flávio Bolsonaro e família.
  • Valdemar e Michelle discutem futuro do PL após saída de Flávio do país.
  • Memes sobre saída de Flávio Bolsonaro do Brasil viralizam nas redes.
  • Lula sobre saída de Flávio do Brasil: “Quem não deve, não teme”.

Fala foi divulgada em filme de Petra Costa; quase 4 anos depois, filho mais velho do ex-presidente também foi aos EUA depois de derrota.

Malafaia: “Não concordei que ele (Bolsonaro) foi embora.

Um líder fica, paga o preço. Vai para a cadeia ou não.

Tá aí o Lula: tudo estava indicando que ele ia para a cadeia.

Ele fugiu? Não. Postura de um líder.”.

Agora o Flávio fugiu e diz que vai ser líder via EAD.

Na fala, o pastor fez referência também à prisão de Lula, determinada em 2018 pelo então juiz federal Sergio Moro, depois que o Supremo Tribunal Federal negou um habeas corpus do petista.

Lula se entregou à Polícia Federal depois de passar 2 dias na sede do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo (SP).

A declaração voltou a circular nas redes sociais depois que Flávio Bolsonaro (PL), filho de Jair, fugiu do Brasil na 3ª feira (27.out. 2026), 2 dias depois de perder a eleição presidencial para Lula.

Flávio saiu do país depois de Alexandre de Moraes, do STF, determinar a retenção dos passaportes comum e diplomático de Flávio e proibir o senador de deixar o território brasileiro.

A medida foi tomada no contexto de uma investigação sobre suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo Flávio e o advogado Willer Tomaz. O senador não entregou os documentos à Polícia Federal e teve os passaportes cancelados.

A corporação apura as informações sobre sua saída do país.

O coordenador da campanha de Flávio, senador Rogério Marinho (PL-RN), disse a jornalistas que a direção do partido não foi informada sobre uma eventual viagem. Afirmou ter recebido uma mensagem de Flávio na manhã de 3ª feira (27.out), na qual o aliado disse que iria “dar um tempo”.

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