Ainda sem um resultado definitivo das eleições que definem o próximo líder de Israel, o atual primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, acusou partidos árabes de fraudarem o pleito no país “por meio de crimes penais graves de suborno, ameaças, violência falsificações e uso de softwares proibidos para mobilização de eleitores”.
Em uma publicação no X, Netanyahu disse que o seu partido está enviando à polícia, à Shin Bet, agência de segurança israelense, e às autoridades eleitorais provas dos crimes supostamente cometidos pelos árabes.
As evidências mencionadas por Netanyahu não foram publicadas na rede social.
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Senador divulgou nova versão de comunicado publicado nos EUA, mas manteve acusações de fraude eleitoral sem apresentar provas.
Netanyahu sobrevive com apoio inesperadamente expressivo dos judeus israelenses.
Com cerca de 70,7% dos votos apurados na manhã de quarta-feira, a mídia israelense previa que o bloco de Netanyahu, formado por partidos de direita, extrema-direita e ultraortodoxos.
Eisenkot teria deixado a porta aberta para uma coalizão com partidos árabes sob certas condições, o que poderia forçar a saída de Netanyahu do cargo. Outra opção muito debatida é um governo de unidade nacional com ambos Netanyahu e Eisenkot.
*Com informações de Associated Press.
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