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Corumbá - MS | Quinta-feira, 5 de novembro de 2026 | 14:31

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Economia

Flávio Bolsonaro discursa em Mar-a-Lago ao lado de ator de ‘Dark Horse’

Candidato derrotado participa de jantar da Conferência da Ação Política Conservadora (CEPAC)

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Economia — imagem padrão

O senador Flávio Bolsonaro (PL) discursa nesta quinta-feira (5) em um jantar da Conferência da Ação Política Conservadora (CEPAC, na sigla em inglês), no Clube Mar-a-Lago, que pertence ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Palm Beach, na Flórida.

Ele divide o painel com o ator americano Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) na cinebiografia “Dark Horse”. O jantar está marcado para começar às 18h, no horário local (20h, no horário de Brasília) no Salão Donald J.

Trump. A organização não divulgou o horário do discurso e a presença de Trump não está confirmada.

A conferência vai até o próximo sábado (7), e o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, irmão do senador, também está entre os participantes. Flávio deixou o Brasil em 27 de outubro, dois dias depois de perder o segundo turno da eleição presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O senador não cumpriu a ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) de entregar os passaportes comum e diplomático e desembarcou em Miami no dia seguinte.

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Já nos Estados Unidos, Flávio divulgou uma carta em que questionava o resultado das urnas e se apresentava como “presidente eleito”. Depois, o senador recuou da expressão.

Trump, por sua vez, afirmou no sábado (31) a jornalistas em Mar-a-Lago, que não tinha planos de se reunir com Flávio. “Ele pode ficar aqui o tempo que quiser”, disse o presidente americano, que também chamou a eleição brasileira de “vergonha”.

No mesmo dia, o secretário de Estado, Marco Rubio, declarou que o governo americano não se envolveu com a saída do senador do Brasil.

A produção do filme “Dark Horse” é investigada pela Polícia Federal dentro das apurações sobre o Banco Master. Segundo a PF, Flávio teria pedido ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, então dono do banco, recursos para financiar o filme.

O senador confirmou que buscou dinheiro para a produção e negou irregularidades.

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