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Empresa de Ana Hickmann alega grave crise financeira, mas TJ-SP nega pedido de parcelamento de dívida

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Empresa de Ana Hickmann alega grave crise financeira, mas TJ-SP nega pedido de parcelamento de dívida

Ao recorrer, a empresa alegou que enfrenta uma grave crise econômico-financeira. O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), porém, manteve a decisão, negando o parcelamento.

  • Entenda processo judicial que colocou em leilão apartamento de Ana Hickmann.

A defesa de Ana Hickmann contesta, no entanto, que esse montante represente a situação financeira atual da empresa. Segundo a assessoria jurídica da apresentadora, os dados considerados na decisão foram produzidos pela antiga contabilidade da Hickmann Serviços e são questionados pela defesa.

A decisão foi tomada pela 17ª Câmara de Direito Privado do TJ-SP, em voto do desembargador Teodozio de Souza Lopes, de 21 de setembro de 2026.

Defesa diz que empresa enfrenta dificuldades.

No recurso apresentado ao tribunal, a Hickmann Serviços Ltda. afirmou que os problemas financeiros enfrentados atualmente seriam consequência de questões relacionadas à administração anterior.

A defesa de Ana Hickmann afirmou ainda que a situação “não é razoável e compromete o pagamento de acordos já firmados, salários e a própria subsistência”.

De acordo com a defesa, os valores mencionados na decisão aparecem em documentos elaborados pela antiga contabilidade da empresa, durante a gestão de Alexandre Correa, ex-marido de Ana.

A assessoria afirmou que esses dados são questionados pela defesa da apresentadora.

Segundo a assessoria, a situação financeira e contábil da empresa está sendo investigada pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). Contadores que trabalharam durante o período também já teriam prestado depoimento nas investigações.

A defesa afirmou ainda que Ana Hickmann trabalha para reorganizar as finanças e resolver as obrigações acumuladas durante a administração anterior. Segundo a assessoria, essa gestão ocorreu sem a participação da apresentadora ou conhecimento sobre a dimensão das dívidas.

A discussão sobre o pagamento das custas está inserida em um processo mais amplo envolvendo a Hickmann Serviços e o empresário Vagner de Oliveira.

No processo, Oliveira também solicita que a cobrança seja direcionada a Ana Hickmann e a outras empresas. Segundo ele, essas empresas teriam passado a concentrar atividades e recebíveis que antes estavam relacionados à Hickmann Serviços.

O empresário aponta ainda suposta confusão patrimonial, desvio de finalidade e sucessão empresarial.

Essas acusações, contudo, foram apresentadas pelo credor e não significam que tenha havido, neste julgamento, uma decisão judicial definitiva reconhecendo fraude.

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