Mulher é encontrada morta em cidade vizinha após polícia identificar manchas de sangue.
O corpo de Laís Gomes dos Santos, mulher encontrada morta em Itambé (PR) após uma denúncia de feminicídio, foi velado e sepultado na manhã desta quarta-feira (12), em Euclides da Cunha Paulista (SP), cidade natal da vítima.
O velório teve início às 7h, e o sepultamento ocorreu as 11h, no Cemitério Municipal local.
A vítima foi encontrada morta nesta terça-feira (11), após a Polícia Militar localizar manchas de sangue e indícios de um possível crime na casa dela, em Floresta (PR).
Os municípios ficam a cerca de 12 quilômetros de distância.
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Segundo informações divulgadas pelas autoridades paranaenses, vizinhos ouviram a mulher pedir socorro na noite de segunda-feira (10) e acionaram a Polícia Militar.
Quando chegaram à residência, os policiais não encontraram a vítima, mas localizaram manchas de sangue e outros indícios de que um crime poderia ter ocorrido. Equipes fizeram buscas pela mulher em um hospital municipal, em outros bairros de Floresta e também em estradas rurais da região.
O corpo foi localizado posteriormente em Itambé. Segundo a Polícia Civil do Paraná (PCPR), ele estava carbonizado. A suspeita inicial é de que a mulher tenha sido esfaqueada, mas a causa da morte deve ser determinada por exames periciais.
O principal suspeito do crime, segundo a Polícia Civil, é o namorado da vítima. O homem foi localizado e preso pela Polícia Militar de São Paulo na praça de pedágio de Arujá, na Rodovia Presidente Dutra, enquanto tentava fugir.
A prisão ocorreu após o compartilhamento de informações entre as forças de segurança do Paraná e de São Paulo, com participação também da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Polícia Penal.
Após a abordagem, os policiais encontraram um galão e marcas de sangue no interior do veículo.
Ainda conforme a polícia, o homem confessou o assassinato de Laís, em Floresta, e indicou aos policiais o local onde havia ocultado o corpo, em Itambé. O suspeito recebeu voz de prisão em São Paulo.
Segundo a autoridade policial do Paraná, o relacionamento entre o homem e a vítima era recente e os dois não moravam juntos.
Ainda conforme a corporação, o suspeito havia permanecido preso até fevereiro e foi colocado em liberdade com o uso de tornozeleira eletrônica. Ele já possuía antecedentes relacionados à violência doméstica contra outra mulher com quem havia se relacionado.
A investigação continua para esclarecer as circunstâncias do crime e reunir os elementos necessários para a conclusão do inquérito policial.
DESTAQUES G1 PRESIDENTE PRUDENTE E REGIÃO.
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Fontes
Informação baseada em material público de G1, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.