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Noiva que chorou ao vivo após calote de ateliê consegue vestido e se casa em Guarulhos, na Grande SP

Yara Nunes recebeu ofertas de vestidos e conseguiu alugar uma peça com condições especiais; ela pegou o vestido no sábado e realizou a cerimônia nesta segunda-f

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Noiva que chorou ao vivo após calote de ateliê consegue vestido e se casa em Guarulhos, na Grande SP

A engenheira mecânica Yara Nunes, que chorou ao vivo durante uma entrevista após descobrir que poderia ficar sem o vestido do casamento, conseguiu alugar outro e se casou nesta segunda-feira (7), em Guarulhos, na Grande São Paulo.

  • Depois de não entregar vestidos, ateliê de noivas em Pinheiros também é alvo de ação de despejo por atraso de aluguel de R$ 60 mil mensais.
  • Vestidos atrasados, invasão a loja e produção paralisada: entenda crise em ateliê de vestidos de noiva em SP.

O g1 e a TV Globo mostraram que Yara foi na última terça-feira (1º) até o ateliê em Pinheiros, na Zona Oeste de São Paulo, onde havia alugado o vestido, mas descobriu que a empresa enfrentava problemas e não entregaria a peça.

Depois da reportagem, Yara recebeu mensagens de mulheres que se ofereceram para emprestar vestidos. Um ateliê também ofereceu um aluguel mais barato e condições especiais.

Nesta segunda (7), ela finalmente pôde terminar de se arrumar para a cerimônia e viver o casamento que havia planejado. A engenheira se casou na Igreja de Nossa Senhora do Rosário, Mãe dos Homens Pretos e São Benedito, em Guarulhos (veja vídeo acima).

Outras noivas que enfrentaram problemas com a mesma empresa também conseguiram se casar no fim de semana, com vestidos comprados, alugados ou emprestados.

Mais de 300 noivas em busca dos vestidos de casamento.

A alegação, no entanto, não foi acompanhada de documentos que comprovassem o suposto desvio. Por isso, o delegado responsável pelo caso informou que abre um novo inquérito policial para investigar a denúncia feita por Camila.

A outra funcionária, chamada Vanessa, que foi apontada como sócia da loja, não foi ouvida como responsável pela loja porque conseguiu comprovar que havia desfeito a sociedade em novembro de 2025.

Com isso, Camila passou a ser considerada a única responsável pela empresa.

Depois que a investigação for concluída, o material será encaminhado ao Ministério Público. Caberá ao MP decidir se apresenta à Justiça uma denúncia por estelionato ou se entende que o caso é de insolvência civil, quando uma empresa não consegue honrar os compromissos assumidos.

Enquanto a investigação segue, as noivas que contrataram os serviços da loja continuam sem os vestidos para os casamentos.

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Fontes consultadas

  • G1 São Paulolink

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