A operação, que contou com o apoio do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), cumpriu 23 mandados de busca e apreensão expedidos pela 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), em endereços residenciais e empresariais vinculados aos núcleos investigados na capital fluminense e em Nova Iguaçu (RJ).
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Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros, o sequestro e a indisponibilidade de bens.
Segundo os elementos reunidos ao longo da investigação, o grupo teria atuado, ao menos desde 2013, em bairros de Nova Iguaçu e municípios circunvizinhos, valendo-se de domínio territorial, poder intimidatório e violência para explorar atividades econômicas e impor serviços à população, entre eles, internet e comercialização de gás (GLP).
da Coluna Mirelle Pinheiro A investigação aponta, ainda, para uma estrutura compartimentada, com divisão de tarefas entre os núcleos de comando, financeiro, operacional, territorial e político, além de indícios de vínculos com agentes públicos e de possível infiltração da organização criminosa no aparato estatal.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa armada, extorsão e lavagem de capitais, além de outros delitos conexos que possam surgir no decorrer das investigações.
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Em números
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Fontes
Informação baseada em material público de Metrópoles, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.