Romeu Zema, candidato à Presidência da República pelo partido Novo, cumpriu agenda em frente à sede da Polícia Federal do Paraná, em Curitiba, no começo da tarde desta segunda-feira (31).
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A sede do órgão no Paraná foi o principal centro operacional da Operação Lava Jato. A partir dela, a Polícia Federal coordenou parte das investigações sobre esquemas de corrupção e lavagem de dinheiro.
O local concentrou equipes de investigação, cumprimento de mandados e colaboração com o Ministério Público Federal e a Justiça Federal da 13ª Vara Federal, responsável pelos processos da operação.
Além disso, a carceragem da unidade abrigou presos da Lava Jato.
No local, Zema conversou com moradores e candidatos do partido Novo, recebeu propostas deles e gravou vídeos de campanha.
À imprensa, ele falou sobre o combate à corrupção.
Estou aqui para reforçar, para relembrar: a Lava Jato foi a maior investigação, a maior luta do Brasil contra a corrupção, e infelizmente foi desmontada pelos intocáveis de Brasília, mas, se Deus quiser, nós vamos continuar com essa luta contra a corrupção no Brasil.
Nós estamos hoje assistindo, estarrecidos, a tudo isso que está acontecendo aí: Banco Master, desconto indevido dos velhinhos, agora um esquema envolvendo uma lobista, o filho do presidente.
Será que vamos continuar da mesma forma de antes? Fica tudo por isso mesmo? Pessoas que devolveram recursos que foram roubados, soltas, sem condenação... Será que é esse o país que o brasileiro deseja?", afirmou.
O candidato não quis responder a outras perguntas feitas pelos jornalistas. Em seguida, seguiu viagem para Santa Catarina.
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