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Comerciantes da Região Oeste de BH sofrem com falta de água desde o fim de semana

Intermitência no fornecimento forçou o fechamento temporário de uma academia no bairro Buritis.

2 min de leitura
Comerciantes da Região Oeste de BH sofrem com falta de água desde o fim de semana

Além de casas e prédios, alguns pontos comerciais da região Oeste de Belo Horizonte continuam sem água nesta quinta-feira (03).

O desabastecimento, que já dura quase duas semanas, virou um transtorno na rotina de muitos belorizontinos.

A Copasa têm emitido boletins diários da Copasa sobre o status de fornecimento. (confira mais abaixo o boletim desta manhã).

Em uma academia localizada no bairro Burutis, o banheiro que é utilizado por alunos para banhos após atividades físicas, precisou ser interditado. Já a falta de água nos bebedouros, foi suprida com galões.

Thiago Oliveira, que é sócio do estabelecimento, conta que chegou a cogitar contratar um caminhão-pipa, mas descartou a mediada devido ao preço inflacionado durante o desabastecimento.

Ele ainda conta que a instabilidade no fornecimento tem impactado na no funcionamento da academia e frequência de alunos.

É complicado, porque você fica sem poder dizer para o aluno quando que vai ter água de fato, quando que ele pode se dispor a vir, porque a minha reserva dentro de uma loja dessa é pequena para suprir a necessidade dos alunos.

Então não dá para ter uma certeza de atendimento de qualidade, né?", finaliza.

O desabastecimento aconteceu após o rompimento de uma adutora de grande porte, na Rua Xapuri, no bairro Nova Granada, no dia 19 de agosto.

Na ocasião, a força da água atingiu a região, chegou à Avenida Barão Homem de Melo e comprometeu o abastecimento de 33 bairros da capital.

Nesta segunda-feira (31), a Copasa iniciou uma obra emergencial para remanejar o trecho obstruído. Em nota, a companhia informou que a previsão de conclusão é até este sábado (05).

Nos bairros Havaí e Betânia, equipes técnicas da Companhia seguem atuando para consolidar a recuperação do abastecimento nas áreas de maior altitude que são, historicamente, mais suscetíveis a oscilações de pressão.

Segundo a Copasa, 30 caminhões-pipa estão atuando em rotas prioritárias para abastecimento emergencial de hospitais, unidades de saúde, creches e escolas na região.

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