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Chefes de esquema que usava Foz do Iguaçu para contrabandear insumos e fabricar falsos emagrecedores são

Operação da Polícia Civil do DF prendeu sete pessoas no Paraná e investiga fabricação e venda de anabolizantes e medicamentos adulterados em vários estados.

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Chefes de esquema que usava Foz do Iguaçu para contrabandear insumos e fabricar falsos emagrecedores são

Suspeitos de fabricar e distribuir anabolizantes são alvos da polícia do DF.

Roberto Carlos Pereira de Carvalho, conhecido como Jiraiya, e Jeferson Oliveira dos Santos, apontados pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) como integrantes da cúpula de um esquema de fabricação e distribuição clandestina de anabolizantes e falsos emagrecedores, foram presos no Paraguai nesta quarta-feira (12).

Segundo a investigação, o grupo usava Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, como rota para trazer de forma clandestina insumos do país vizinho e distribuir os produtos para outros estados.

Em Foz do Iguaçu, cinco pessoas foram presas por determinação judicial durante a operação. Outras duas foram presas em flagrante por posse de armas e munições. A identidade deles não foi divulgada.

O g1 tenta contato com a defesa dos presos.

Segundo a investigação, a cidade também abrigava um núcleo responsável pela lavagem do dinheiro obtido com a venda dos produtos. O grupo atuava com doleiros no Paraguai e na fronteira para ocultar a origem dos valores e reinseri-los no esquema.

Os insumos trazidos do Paraguai eram levados para outros pontos do país, onde os suspeitos fabricavam os anabolizantes e medicamentos de forma clandestina. Depois, os produtos eram distribuídos para diferentes estados.

De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), os anabolizantes eram produzidos de forma caseira e precária, com substâncias hormonais, diuréticas e estimulantes.

💡 Os esteroides anabolizantes são drogas, administradas principalmente por via oral ou injetável, que se assemelham à testosterona ou outros andrógenos (hormônios masculinos produzidos nos testículos).

Conforme a legislação brasileira, esses produtos estão sob controle especial e só podem ser vendidos em farmácias e drogarias mediante receita médica.

Além disso, 13 estabelecimentos foram fechados e 22 perfis em redes sociais foram derrubados.

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Segundo a investigação, o grupo tinha uma estrutura dividida em núcleos no Distrito Federal, Goiás, Paraíba e Paraná. Os suspeitos são investigados por fabricar, falsificar, armazenar e vender anabolizantes, medicamentos, substâncias controladas e termogênicos adulterados.

Em Foz do Iguaçu, segundo a PCPR, uma fornecedora e o marido coordenavam o abastecimento dos produtos para outros estados.

A investigação também aponta que médicos veterinários ligados ao grupo emitiriam receitas falsas para permitir a compra de medicamentos de uso controlado em estabelecimentos agropecuários.

Para tentar dar aparência de legitimidade aos produtos, os suspeitos usavam rótulos em línguas estrangeiras e bandeiras de outros países, segundo a Polícia Civil.

Nutricionistas e treinadores também são investigados por supostamente recomendar as substâncias.

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Fontes

Informação baseada em material público de G1 Paraná, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 Paranálink

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