Pesquisa Quaest divulgada nesta segunda-feira (7) mostra que 50% dos eleitores desaprovam o governo Lula (PT), enquanto 43% aprovam. Outros 7% não souberam ou não responderam.
- Desaprovam: 50% (eram 48% em 2 de setembro).
- Não sabem/não responderam: 7% (eram 7%).
- Negativa: 38% (eram 37% em 2 de setembro).
- Piorou: 49% (eram 49% em 2 de setembro).
- Ficou do mesmo jeito: 29% (eram 29%).
- Renda aumentou tanto quanto o custo de vida: 33%.
- Renda aumentou menos que o custo de vida: 21%.
- Têm poucas dívidas: 44% (eram 47% em 5 de agosto).
Em relação ao levantamento divulgado em 2 de setembro, a desaprovação oscilou dois pontos percentuais para cima, de 48% para 50%, e a aprovação, dois para baixo, de 45% para 43%.
As duas variações ocorreram dentro da margem de erro, de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
A distância entre os dois índices passou de três para sete pontos. Com isso, aprovação e desaprovação deixaram de estar em situação de empate técnico.
A pesquisa Quaest foi encomendada pela Globo e pelo jornal O Globo e entrevistou 2. 004 eleitores entre os dias 03 de setembro a 06 de setembro. O registro no TSE é BR-01720/2026.
A margem de erro é de dois pontos e o nível de confiança, de 95%.
A Quaest também perguntou se os eleitores consideram o governo ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. A avaliação negativa, que reúne as respostas ruim e péssimo, passou de 37% para 38%.
A positiva, soma de ótimo e bom, oscilou de 35% para 34%.
Avaliação da economia nos últimos 12 meses.
A percepção sobre a economia permaneceu igual à registrada em 2 de setembro. Para 49% dos eleitores, a situação do país piorou nos últimos 12 meses. Outros 29% dizem que ficou do mesmo jeito, e 19%, que melhorou.
O levantamento mostra ainda que 54% dos eleitores dizem que a renda da família não aumentou ou cresceu menos que o custo de vida no último ano. O percentual reúne os 33% que afirmam não ter tido aumento e os 21% que relatam uma alta insuficiente para acompanhar os preços.
Os resultados também são os mesmos da pesquisa divulgada em 2 de setembro.
A parcela dos eleitores que dizem ter muitas dívidas passou de 22%, no levantamento divulgado em 5 de agosto, para 28% nesta rodada, uma variação de seis pontos percentuais.
No mesmo período, o percentual dos que afirmam não ter dívidas passou de 31% para 27%, e o dos que relatam poucas dívidas, de 47% para 44%.
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