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PF atua sem proteger nem perseguir investigados e 'livre de qualquer viés político', diz diretor

Andrei Rodrigues deu a declaração ao participar da formatura de novos agentes da corporação. 'Atuação técnica e imparcial permite defender PF de ataques', decla

2 min de leitura
PF atua sem proteger nem perseguir investigados e 'livre de qualquer viés político', diz diretor

O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou nesta sexta-feira (28) que, na sua gestão, a corporação investiga sem proteger nem perseguir ninguém e trabalha "livre de qualquer viés político.

Andrei: PF atua 'livre de qualquer viés político.

Andrei deu as declarações ao participar da formatura de novos agentes da Polícia Federal, em Brasília. Ele também disse que a atuação "técnica e imparcial" permite a defesa da instituição "de qualquer ataque.

Hoje temos uma polícia que atua com autonomia, guiada pela Constituição e pelas leis, pela responsabilidade institucional e compromisso com a justiça e a sociedade.

Tenho total tranquilidade em afirmar, sem rodeios, que nesta gestão trabalhamos com transparência e foco na missão institucional, sem proteger ou perseguir, com atuação vigorosa e intransigente no combate ao crime organizado", disse Andrei.

Nunca se esqueçam que a atuação técnica, imparcial, livre de qualquer viés político, é o que nos permite defender nossa instituição de qualquer ataque, não importa de onde venha", completou o diretor-geral da PF.

A afirmação de Andrei ocorre em um momento de desconfiança na relação do diretor da PF com o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal.

Mendonça é o relator de dois inquéritos considerados atualmente os de maior potencial de desgaste político e eleitoral para os principais candidatos ao Palácio do Planalto: os casos Dark Horse/Master e INSS/Lulinha.

Lula determinou que Andrei procure Mendonça.

Lula determina que diretor-geral da PF procure André Mendonça para reduzir tensão.

De acordo com a colunista do g1 Ana Flor, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) determinou a Andrei que procure o ministro do STF. O encontro será mediado pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva.

O pano de fundo da reunião é a crescente desconfiança entre integrantes da PF e o gabinete de André Mendonça sobre o ritmo das investigações desses casos e também sobre vazamentos de informações.

Fontes consultadas

  • G1 Políticalink

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