Inicialmente, o destinatário da mensagem era desconhecido. Porém, segundo a jornalista, os investigadores da Polícia Federal apontaram que era o ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Fundador do Master pedia “proteção” a “Andrei” e “Paulo”; segundo a PF, eles seriam o diretor-geral da corporação e o procurador-geral.
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Mendonça, que é o relator do caso Master no STF, enviou um ofício pedindo informações complementares sobre o conteúdo da mensagem.
De acordo com relatório da PF enviado ao STF, Vorcaro se referia ao diretor-geral da própria corporação, Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Vorcaro está preso e é investigado pela PF sob suspeita de crimes contra o sistema financeiro e corrupção. Em novembro de 2025, o Banco Central decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master.
Segundo Mendonça, as investigações sobre o caso Master apontam para a maior fraude financeira do país, com contornos de operações mafiosas.
Mensagens anteriores interceptadas pela PF mostraram que Vorcaro tinha proximidade com Moraes.
O Poder360 procurou o diretor-geral da PF por meio da assessoria de imprensa da corporação, o procurador-geral da República, por meio da assessoria de imprensa da PGR, os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes, por meio da assessoria de imprensa do STF, para perguntar se gostariam de se manifestar a respeito da mensagem de Vorcaro e do pedido à PGR.
Não houve resposta até a publicação desta reportagem. O texto será atualizado caso uma manifestação seja enviada a este jornal digital.