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Política Revisado por ULTRA AI

Mendonça, filhote do golpismo, caiu no messianismo eleitoral

Magistrado tentou tirar diretor da PF e foi tratado como ungido de Deus por Michelle Bolsonaro

2 min de leitura
Política — imagem padrão

Diante da gravidade do maior crime financeiro da história do Brasil, o povo brasileiro precisa de explicações e medidas imediatas para enfrentar a crise institucional que tomou conta do Poder Judiciário.

É urgente a quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master, seja quem for, doa a quem doer. O Brasil precisa saber a verdade.

O parágrafo acima foi postado no X pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), também candidato à reeleição. Não é apenas retórica, há uma proposta, um desafio.

O que diriam os simpatizantes de Flávio Bolsonaro (PL)? Apoiariam ou teriam receio de que, tudo às claras, o caso Alexandre de Moraes viesse a perder a dimensão que ganhou com as estarrecedoras revelações sobre sua relação com Vorcaro.

Flávio e seus aliados vêm surfando na onda contra Moraes. Natural. Não tardou, porém, para que André Mendonça começasse a ser questionado por certo favorecimento eleitoral ao candidato bolsonarista.

Chegou a afastar o diretor da Polícia Federal —medida acertadamente refreada por Edson Fachin, presidente do STF, finalmente em cena.

Ele que responda por seus atos e pague por seus desvios.

A questão é outra e não desaparece com considerações pueris sobre "falsas equivalências", perversões cartoriais luso-brasileirinhas sobre brasões e cabeçalhos em relatórios internos da PF ou simplificações sobre conteúdo e forma na atuação de magistrados.

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Fontes consultadas

  • Folha Poderlink

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