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Política Revisado por ULTRA AI

PT diz que STF vive “guerra” e pede fim de “privilégios” no Judiciário

2 min de leitura
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A Comissão Executiva Nacional do Partido dos Trabalhadores se reuniu nesta 5ª feira (10.set. 2026). O encontro resultou na publicação de uma resolução em que afirma que o STF “trava uma ‘guerra’ aos olhos estarrecidos da sociedade”.

  • criação das cadeiras da sociedade civil no CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público). Afirma que busca ampliar o controle social da Justiça.
  • fim dos supersalários, dos penduricalhos e dos privilégios.
  • criação de códigos de ética, estabelecer tipos penais mais duros de corrupção, peculato e tráfico de influência cometidos por atores do sistema de Justiça.
  • iniciar o debate sobre mandatos nas cortes superiores.
  • quarentenas mais duras e que imponham a conduta ética.
  • criação de sólidos critérios raciais e de gênero para nomeação em tribunais.
  • fortalecimento da Justiça Trabalhista; e.
  • universalização da defensoria pública no país, buscando acesso à Justiça e segurança dos direitos.

?Diante da disputa clara na Corte, confiamos na autoridade de seu presidente, ministro Fachin, para que as apurações sejam aceleradas e conduzidas”, declara a sigla em resolução.

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O partido também faz uma série de cobranças e sugere mudanças no sistema Judiciário. Em tom crítico, diz que o sistema de justiça não pode ser “um balcão de negócios”.

Leia a íntegra (PDF – 81 kB) do documento, que tem 7 páginas.

A sigla também cobra transparência nas investigações: “O Brasil precisa que todas as investigações ocorram com transparência e integralmente, sem privilégios para quem quer que seja.

Sabemos que não haverá democracia com o Judiciário desmoralizado. Defender as instituições significa também exigir delas transparência”.

Nesta 5ª feira (10.set), o presidente nacional do PT, Edinho Silva, defendeu mandatos no Judiciário a partir da 2ª instância. O dirigente não especificou o tempo dos mandatos.

Edinho Silva também disse não saber se vai ser uma proposta do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em 9 de junho, o dirigente disse que não era prioridade instituir mandatos para ministros do Supremo Tribunal Federal, mas situação mudou em razão da crise no STF.

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