Pesquisa Ipsos-Ipec divulgada nesta quarta-feira (16) mostra que 43% dos brasileiros consideram o governo Lula (PT) ruim ou péssimo, enquanto 33% avaliam a gestão como ótima ou boa.
- Ruim ou péssimo: 43% (eram 38% em junho).
- Não sabem ou não responderam: 1% (eram 2%).
- Desaprovam: 53% (eram 50% em junho).
- Não confiam: 57% (eram 56% em junho).
Outros 23% classificam o governo como regular. O levantamento foi realizado entre 9 e 13 de setembro e tem margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
A avaliação negativa do governo é a mais alta desde junho de 2025. Na comparação com a pesquisa anterior, de junho de 2026, o índice de ruim ou péssimo passou de 38% para 43%, enquanto o de ótimo ou bom variou de 32% para 33%.
Já a parcela dos que consideram a gestão regular passou de 28% para 23%.
A pesquisa Ipsos-Ipec também perguntou se os brasileiros aprovam ou desaprovam a maneira como Lula está governando o país. Segundo a pesquisa, 53% desaprovam e 42% aprovam.
Outros 5% não sabem ou não responderam. Em junho, a desaprovação era de 50%, e a aprovação, de 44%.
A pesquisa também mostra que 57% dos brasileiros dizem não confiar no presidente Lula, enquanto 40% afirmam confiar. Outros 3% não sabem ou não responderam. Em junho, 56% diziam não confiar no presidente e 41% afirmavam confiar.
A pesquisa também perguntou aos entrevistados se o governo Lula está sendo melhor, igual ou pior do que esperavam. Para 45%, a gestão está sendo pior do que o esperado, ante 42% em junho.
Outros 28% dizem que o governo está sendo igual ao que esperavam, ante 32% na pesquisa anterior, enquanto 24% afirmam que está sendo melhor, ante 23%.
Ainda de acordo com a pesquisa, a percepção sobre a economia piorou em relação ao levantamento anterior. Para 45% dos brasileiros, a situação econômica do país está pior do que há seis meses, ante 41% em junho.
Outros 29% avaliam que a situação está igual, ante 30%, enquanto 23% dizem que houve melhora, ante 25%.
Já em relação ao futuro da economia, aumentou a parcela dos brasileiros que esperam uma melhora nos próximos seis meses. O percentual passou de 36% em junho para 42% em setembro.
Os que acreditam em uma piora recuaram de 32% para 25%, enquanto os que esperam que a situação permaneça igual passaram de 25% para 24%.
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