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Política Revisado por ULTRA AI

Fiesp e entidades empresariais pedem que STF delibere com “urgência”

2 min de leitura
Política — imagem padrão

Um grupo de cerca de 3. 000 entidades divulgou nesta 3ª feira (8.set. 2026) um manifesto que exige que o plenário do Supremo Tribunal Federal examine em sessão pública os fatos sobre a crise na Corte e decida com urgência e “sem corporativismo”.

  • CACB (Confederação das Associações Comerciais e Empresariais do Brasil).
  • CNC (Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo).
  • CNI (Confederação Nacional da Indústria).
  • Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo).
  • Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).
  • FecomercioSP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo).
  • Mendonça contra Moraes – Mendonça tirou em 1º de setembro o sigilo das investigações sobre o Master. Expôs mensagens que Vorcaro mandou para Moraes. Afirmou que o plenário do STF deve analisar o conteúdo. Fachin deu até 11 de setembro para manifestações de Mendonça, de Moraes, de Paulo Gonet e do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues (afastado do cargo nesta 3ª feira). O prazo é de 5 dias úteis a partir de 3 de setembro. Isso coloca a análise do caso para depois de 14 de setembro.
  • Moraes contra Mendonça – em 3 de setembro, Moraes incluiu Mendonça no inquérito das fake news, iniciado em 2019 e inconclusivo até hoje. Fachin tirou Mendonça do inquérito em 4 de setembro. Deu 5 dias úteis para o procurador-geral da República, Paulo Gonet, dizer se o pedido de Moraes é pertinente. Depois, Mendonça terá mais 5 dias úteis para se manifestar. Esse caso só deve ir ao plenário depois de 22 de setembro.

Sem citar Alexandre de Moraes, manifesto de mais de 3.000 organizações defende que Supremo examine o caso “em sessão pública” e “sem subterfúgios e sem corporativismo”; cidadãos podem aderir assinando o texto.

As entidades que assinam são de todos os Estados e representam cerca de 90% do PIB (Produto Interno Bruto).

Segundo o documento, a autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, “mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem”.

Além das assinaturas das entidades, o manifesto tem também um site em que cidadãos comuns poderão assinar. “Não se cale. Assine agora e faça a diferença”, finaliza o documento.

O Supremo está com uma crise que começou com a divulgação de uma relação próxima entre Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, e o ministro Alexandre de Moraes.

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