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Política Revisado por ULTRA AI

Exposição revisita os 20 anos do Museu da Língua Portuguesa

4 min de leitura
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Há 20 anos, o Museu da Língua Portuguesa abria suas portas para o público na capital paulista chamando a atenção por se dedicar a uma língua como patrimônio imaterial, em constante reinvenção pelos seus falantes.

Lista completa

  • Quando – de 22 de agosto a 8 de novembro.
  • dias e horários – de 3ª feira a domingo, das 9h às 16h30 (com permanência até as 18h).
  • preço do ingresso – R$ 25 (inteira) e R$ 12,50 (meia).
  • onde comprar – na bilheteria ou pela internet.
  • entrada gratuita – para crianças até 7 anos e às terças-feiras e aos domingos.

Luz da Língua ficará em cartaz de agosto até 8 de novembro; entrada às terças-feiras e aos domingos é gratuita.

Luz da Língua, a nova exposição temporária da instituição, revisita a trajetória de duas décadas do museu no Brasil e internacionalmente e explora destaques do acervo, revelando como e porque se tornou a casa da língua portuguesa no mundo.

Localizado na Estação da Luz, o museu é uma instituição da Secretaria da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo.

Com curadoria de Isa Grinspum Ferraz e assistência curatorial de Marcelo Macca, Luz da Língua reúne parte do conteúdo encontrado em experiências da exposição principal do museu, documentos originais, vídeos e fotografias.

A identidade visual e a expografia são assinadas pelo Estúdio Bijari. Além disso, a exposição incorpora um espaço especial para que o público participe ativamente da exposição por meio de atividades promovidas pelos núcleos Educativo, de Articulação Social e Centro de Referência –um convite para explorar a inventividade da língua e criar memórias sobre o museu.

Luz da Língua começa com uma instalação audiovisual criada por Leandro Lima a partir de trechos de vídeos do acervo do museu. Com cerca de 26 minutos, a obra exibe artistas e estudiosos declamando poemas, cantando versos de canções ou refletindo sobre a língua portuguesa –entre eles, a atriz e cantora Zany Tentehar cantando “Língua”, de Caetano Veloso; o xamã indígena Davi Kopenawa falando em yanomami sobre sua relação com a língua portuguesa; e o escritor português Valter Hugo Mãe comentando que sua palavra preferida no português do Brasil é borogodó.

No final da linha do tempo, um vídeo original produzido pelo Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa apresenta depoimentos de pessoas de diversas idades, origens e ocupações sobre suas experiências com a instituição.

O material dá uma dimensão da pluralidade de vozes que passam pelo museu –desde 2006, já são mais de 5,6 milhões de visitantes.

O público será o grande protagonista da 3ª sala. Nela, os Núcleos Educativo e de Articulação Social, além do Centro de Referência, vão oferecer uma série de jogos, oficinas, contações de histórias e outras atividades, para diversas faixas etárias, tendo a língua como tema.

Os materiais produzidos poderão ser levados pelos visitantes ou pendurados em um enorme varal presente no espaço expositivo.

Dez modelos de cartões-postais, com fotografias dos espaços do museu e de sua fachada ficam disponíveis para o público utilizá-los para escrever mensagens aos amigos e à família.

O envio será realizado pela equipe do museu.

Ao olhar para o passado do museu, a mostra temporária Luz da Língua revela que a língua é o melhor retrato de um povo e também o seu mais poderoso instrumento de transformação.

Este texto foi publicado originalmente pela Agência SP, em 24 de agosto de 2026. O conteúdo é livre para republicação, citada a fonte, e foi adaptado para o padrão do Poder360.

Em números

  • Dá uma dimensão da pluralidade de vozes que passam pelo museu –desde 2006, já são mais de 5,6 milhões de visitantes

Fontes consultadas

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