Pastore tem negócios no setor metalúrgico e é sócio de pelo menos oito empresas. Ele usou seu jatinho para levar o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli para assistir à final da Libertadores em Lima, no Peru, em novembro de 2025.
O caso ganhou repercussão porque Augusto Arruda Botelho, advogado de um dos diretores do Banco Master, também estava no voo. No mês seguinte à viagem, Toffoli assumiu a relatoria do caso Master no Supremo e só deixou a função em fevereiro deste ano, desgastado por conta das notícias envolvendo a compra do resort de sua família no Paraná por um fundo ligado a Daniel Vorcaro.
O jatinho não consta na declaração de bens apresentada por Pastore ao TSE. A aeronave está no nome de uma das empresas dele, a Ibrame, segundo o registro na Anac (Agência Nacional de Aviação).
Leonardo Avalanche (PRTB), candidato a vice na chapa de Pablo Marçal à Presidência, também integra a lista. Além de Pastore, outros quatro suplentes estão entre os candidatos mais ricos do país.
Os demais concorrem a deputado estadual. Marçal registrou sua candidatura, mas está inelegível até 2032 —o TSE ainda vai analisar se ele pode concorrer.
O ranking foi elaborado pelo UOL com base nas declarações de bens apresentadas ao TSE. O levantamento excluiu candidatos que declararam patrimônios na casa dos bilhões, mas depois informaram que os valores eram resultados de erros de digitação ou de repetição.
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Poder, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.