O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) confirmou nesta terça-feira (18) a decisão do corregedor, Mauro Campbell Marques, de manter afastado do processo de falência do Banco Santos o juiz Paulo Furtado de Oliveira Filho, da 2ª Vara de Falências de São Paulo.
O magistrado era o responsável por analisar a falência do Banco Santos e teria sugerido aos herdeiros a venda da instituição ao Banco Master. Ele também teria criticado a atuação dos advogados e sugerido a troca dos mesmos.
A reunião entre o juiz e herdeiros de Edemar Cid Ferreira, antigo controlador e fundador do Banco Santos, teria ocorrido em 2024, antes de vir à tona as fraudes relacionadas ao Banco Master.
O processo de falência também está suspenso por decisão do CNJ. Para o corregedor, o episódio revela interlocuções extraprocessuais incompatíveis com o exercício da função de juiz.
No entanto, o corregedor, que havia afastado o magistrado de todas as atividades, ajustou o voto para reduzir o alcance apenas para o caso em questão.
Ele foi acompanhado por todos os colegas de Conselho.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Política, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.