O candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado, criticou o governo Lula (PT) e a hipótese de o Brasil aplicar reciprocidade contra os Estados Unidos após novo tarifaço.
Caiado disse que o Itamaraty "passou a ser um braço ideológico do governo" e "tentáculo do PT.
Não pode ser do humor do presidente colocar em risco a convivência que nós temos [com os Estados Unidos]", falou o candidato, criticando a postura de Lula ante os Estados Unidos na economia.
O governo notificou os Estados Unidos na quinta-feira (13) para informar que iniciará o processo que aplica Lei da Reciprocidade contra as tarifas. Nessa primeira fase, o Brasil solicita análises diplomáticas antes da aplicação em si.
Que estupidez é essa? Medida de reciprocidade neste momento, sendo que o maior investidor são os Estados Unidos?", disse Caiado.
Ele também afirmou que a liturgia do presidente da República não pode ser "briga de boteco". "Não pode ser do humor do presidente colocar em risco a convivência que nós temos.
O candidato participou, no segundo dia da campanha eleitoral, nesta segunda-feira, de evento do Grupo Voto em São Paulo.
Caiado citou Roberto Azevêdo, ex-diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), como seu ministro das Relações Exteriores, caso a chapa ganhe. Ele afirmou que Azevedo teria a capacidade de redirecionar os rumos do Itamaraty.
Na economia, disse que Lula é populista e que não acredita em política fiscal, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) "nunca administrou nada. Não sabe o que é isso.
O candidato do PSD prometeu controlar as despesas para que sejam, no máximo, "em torno de 40% ou 50% do PIB.
O tema da segurança pública foi o principal explorado por Caiado neste segundo dia de campanha.
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Poder, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.