O presidente Lula (PT) tem 40% das intenções de voto no primeiro turno, e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) marca 35%, de acordo com a nova pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira (10).
O quadro se manteve estável em relação à semana passada, quando a diferença entre o petista (41%) e o senador (37%) caiu de 9 para 4 pontos percentuais —ela agora está em cinco, oscilação dentro da margem de erro.
Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás, aparece no levantamento desta segunda com 5% das intenções. Renan Santos (Missão) marca 4%, e Romeu Zema (Novo), 3%.
Samara Martins (UP) tem 2%, e Augusto Cury (Avante), 1%. Brancos e nulos são 5%, e 3% não souberam dizer ou não responderam.
Foram entrevistados por telefone 2. 001 eleitores com 16 anos ou mais de todo o país de sexta-feira (7) até domingo (9). A margem de erro é de 2 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%.
A pesquisa está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o código BR-08428/2026.
Lula e Flávio Bolsonaro seguem tecnicamente empatados no segundo turno, com 47% e 44% de intenções de voto, respectivamente. O cenário ficou estável em relação à última rodada, divulgada no dia 3 de agosto, quando eles marcavam, respectivamente, 46% e 45% das intenções de voto.
O atual presidente marca 47%, um ponto percentual a mais que na semana passada, também na simulação com Zema, que permanece com 40%. O petista e Caiado mantiveram os percentuais do dia 3 de agosto (46% e 42%, respectivamente) e seguem empatados no limite da margem de erro.
Lula (46%) venceria em um cenário de disputa contra Renan Santos (37%).
Ribeiro, conhecido como Marcola, deixou a chefia de gabinete há três semanas para atuar na coordenação da campanha à reeleição do petista, mas pediu para deixar a equipe após a repercussão do caso.
O assessor afirma que valores recebidos são referentes a um empréstimo feito com a empresária e já quitado.
Lula determinou na terça-feira (4) que o assessor dê explicações sobre os valores obtidos com Luchsinger. Na quarta-feira (5), em reunião com dirigentes do PSOL e Rede, o presidente afirmou que defende as investigações contra Marcola, mas que todas as pessoas já pegaram algum empréstimo ao longo da vida e que a direita historicamente utilizou acusações não comprovadas como artilharia contra a esquerda.
É também a primeira pesquisa após o anúncio do deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como vice de Flávio Bolsonaro. A decisão frustrou a expectativa de ter uma mulher na chapa e refletiu o isolamento do senador, que chegou ao fim das convenções partidárias sem firmar alianças com nenhuma sigla expressiva.
Republicanos, Podemos, PP e União Brasil escolheram permanecer neutros no pleito.
Fontes
Informação baseada em material público de Folha Poder, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.