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Política Revisado por ULTRA AI

Brasil notifica governo dos EUA sobre início de processo de reciprocidade contra tarifas

2 min de leitura
Brasil notifica governo dos EUA sobre início de processo de reciprocidade contra tarifas

O governo dos Estados Unidos foi notificado nesta sexta-feira (14) sobre a abertura do processo de para aplicar medidas de reciprocidade por conta das tarifas impostas pelo governo norte-americano a produtos brasileiros.

A notificação foi enviada aos departamentos de Estado e de Comércio e ao Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês), segundo o Itamaraty.

Em julho do ano passado, o governo publicou um decreto regulamentando a lei e estabeleceu os procedimentos que devem ser adotados para a aplicação da medida.

O decreto estabelece dois tipos de contramedidas: provisórias, com aplicação imediata, e ordinárias.

Esse foi o rito adotado pelo governo brasileiro contra as tarifas impostas pelos Estados Unidos.

A decisão final cabe ao Conselho Estratégico da Camex, que pode adiar a aplicação conforme a evolução das negociações diplomáticas.

Paralelamente, o Ministério das Relações Exteriores deverá realizar consultas diplomáticas, em coordenação com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços e encaminhar, periodicamente, relatório sobre a evolução das negociações.

Ao divulgar a abertura do processo, o governo brasileiro afirmou que nesta quinta-feira (13) iniciou os trâmite previstos e que o ministério das Relações Exteriores "está notificando o governo dos Estados Unidos sobre o início do processo e solicitando a realização de consultas diplomáticas.

As consultas diplomáticas, que visam mitigar ou anular os efeitos das medidas e das contramedidas previstas na Lei da Reciprocidade Econômica, reforçam a disposição do governo brasileiro de privilegiar o diálogo e a negociação em suas relações internacionais", disse o governo em nota.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 Política, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • G1 Políticalink

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