O médico psiquiatra e escritor Augusto Cury (Avante), candidato à Presidência da República, promete governar recorrendo ao uso de drones em políticas públicas de segurança, economia, saúde, meio ambiente e agronegócio.
Ao longo do plano de governo apresentado à Justiça Eleitoral, Cury faz 19 menções ao equipamento. A ferramenta não se limita ao combate ao feminicídio, como ele revelou na entrevista à Rede Globo.
Cury defende o uso de drones, por exemplo, para monitorar as fronteiras, além de combater o desmatamento e incêndios florestais.
As propostas descritas no plano de governo trazem poucos detalhes, sobre como a tecnologia seria regulamentada e como funcionaria na prática.
No capítulo Agricultura 4. 0, o escritor sugere criar incentivos para que produtores adquiram a tecnologia.
Agricultura de precisão: a utilização de satélites, drones, sensores, inteligência artificial e análise de dados permitirá maior produtividade com menor impacto ambiental.
Incentivaremos a modernização tecnológica das propriedades rurais de todos os portes", diz o plano de governo.
Cury também propõe que, se eleito, conduzirá o Brasil a uma revolução tecnológica, convidando países como Israel e China para se tornarem parceiros estratégicos.
Especificamente no caso da China, Cury diz que o Brasil deverá convidá-la a "liderar um eixo de mecanização leve, drones, automação, inteligência artificial, miniusinas, energia solar rural e máquinas acessíveis ao pequeno e médio agricultor.