Para os traders de mini-índice, o foco estará na produção industrial brasileira, após o PMI indicar aprofundamento da retração no setor. O desempenho de Petrobras, Vale, bancos e B3 (B3SA3) será importante para avaliar se o fluxo comprador sustenta uma possível 11ª alta do Ibovespa.
- Day trade sem achismo? Ferramentas ajudam a reduzir erros e controlar emoções.
- Ação barata ou cilada? Os sinais de que a queda pode esconder problemas maiores.
- De campeão brasileiro à XP: como lesões mudaram a vida do ex-atleta Vinícius Freitas.
- O que é uma linha de tendência na análise gráfica.
- O que são médias móveis e como usá-la para estratégia de Trade.
- IFR: O que é o índice de força relativa.
- Bandas de Bollinger: como usar e interpretar.
- Como o MACD pode identificar e interpretar tendências do mercado.
A evolução do petróleo, dos juros globais e das bolsas internacionais também poderá reforçar o avanço ou limitar o fôlego do contrato.
Na minha leitura do gráfico de 15 minutos, o mini-índice preservou o saldo positivo da sessão, mas perdeu parte da força ao longo do pregão. Após o avanço, o contrato passou por uma correção e terminou abaixo das médias móveis de 9 e 21 períodos.
Esse movimento mostra uma desaceleração no curtíssimo prazo, embora ainda não anule a alta registrada no dia.
Para dar continuidade ao fluxo comprador, o WINV26 precisa superar a faixa de resistência entre 182. 615 e 183. 670 pontos. Um rompimento acompanhado por volume pode abrir espaço para um teste de 184.
050/184. 425 pontos. Mais acima, projeto como alvo mais longo a região de 184. 900/185. 660 pontos.
No cenário de baixa, observo inicialmente o suporte de 182. 090/181. 230 pontos. A perda dessa faixa indicaria maior presença vendedora e poderia acelerar a correção em direção a 180.
480/179. 720 pontos. Se a pressão negativa persistir, o alvo mais distante estará em 179. 000/178. 415 pontos.
No gráfico diário, vejo uma estrutura mais consistente para a alta. O mini-índice avançou novamente na última sessão, manteve o fluxo positivo e continua negociando acima das médias móveis de 9 e 21 períodos.
O cenário favorece uma possível continuidade compradora, mas o contrato se aproxima de regiões que podem aumentar a disputa entre compradores e vendedores.
Para prolongar o movimento de valorização, o ativo precisa vencer a resistência de 183. 670/184. 425 pontos. Acima dessa faixa, o objetivo inicial passa a ser a região de 185.
Uma retomada do movimento vendedor dependerá da perda do suporte de 177. 745/175. 325 pontos. Caso essa região seja rompida, os próximos suportes relevantes estarão em 167.
O IFR de 14 períodos está em 65,65, reforçando a presença de força compradora. O indicador, porém, já se aproxima da região de sobrecompra, o que exige atenção a eventuais sinais de realização.
Para confirmar a extensão do fluxo de alta, considero necessária a entrada de volume comprador capaz de romper a região de 183. 670/184. 425 pontos. Se isso ocorrer, o contrato poderá buscar 185.
660/186. 960 pontos e, posteriormente, a faixa de 187. 700/188. 940 pontos.
No campo negativo, a primeira região decisiva está em 181. 160/178. 610 pontos. A perda desse suporte enfraqueceria a estrutura compradora e poderia levar o mini-índice para 176.
100/173. 875 pontos. Em uma correção mais prolongada, os alvos inferiores ficam em 172. 000/170. 230 pontos.
(Rodrigo Paz é analista técnico CNPI-T).
Comentários
Participe da conversa. Comentários passam por moderação antes de aparecer.
Carregando comentários…