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Lula volta a prometer criação do Ministério da Segurança Pública se PEC for aprovada

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quinta-feira, 27, na sabatina promovida pela TV Globo, que irá criar o Ministério da Segurança Pública assim que for aprovada a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

O texto será analisado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na próxima semana.

Lula diz que vai tirar Correios da crise e que não irá vender estatal.

O petista destacou a importância estratégica da estatal e a presença dela em todas as partes do País.

Lula diz acreditar que ex-assessor Marcola não recebeu empréstimo de lobista.

Em entrevista à TV Globo, presidente também criticou conduta de ex-assessor conhecido como Marcola e disse considerar “totalmente errado” que despesas tenham sido pagas por lobista.

Lula se queixou da oposição de governadores ao tema, citando nominalmente o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-governador de Goiás e candidato do PSD à Presidência, Ronaldo Caiado (PSD).

Ao ser questionado na sabatina pelos números da violência na Bahia, governada pelo PT há duas décadas, Lula afirmou que, mesmo aliado, nenhum governador é capaz de resolver o problema da segurança pública.

Desde o início do governo, a criação de um Ministério da Segurança Pública era aventada. Em 2022, durante a transição de governo, essa ideia foi deixada de lado após Flávio Dino, que acabou sendo nomeado ministro da Justiça e Segurança Pública, agir nos bastidores para manter a pasta unida.

Durante o mandato, porém, Lula voltou a falar sobre o desejo de criar o Ministério da Segurança Pública. Prometeu que criaria a pasta assim que o Congresso aprovasse a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do governo sobre a segurança pública.

O texto, porém, permanece em discussão no Legislativo.

Em seu programa de governo deste ano, Lula voltou a falar sobre a criação da pasta como uma promessa, mas novamente condicionando à aprovação da PEC da segurança no Congresso.

O assunto segurança pública é visto internamente no PT como um “calcanhar de Aquiles” da campanha. Nos últimos anos, o discurso da direita de endurecer o combate a criminosos, inclusive de forma letal, ganhou tração na sociedade.

Fontes consultadas

  • InfoMoneylink

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