Segundo a estatal, o desempenho foi impulsionado pelo aumento da produção, pelas maiores exportações de petróleo e pela forte alta das cotações internacionais da commodity.
“O aumento do volume de produção de óleo e de derivados, combinado ao Brent mais alto, fortaleceu nossa geração de caixa”, afirmou Fernando Melgarejo, diretor Financeiro e de Relacionamento com Investidores, em relatório.
🔎 O petróleo do tipo Brent é a principal referência internacional para a commodity. As cotações dispararam após o início da guerra entre Estados Unidos e Irã, em 28 de fevereiro, com impactos sobre o tráfego no Estreito de Ormuz, uma das principais rotas globais de petróleo.
No segundo trimestre, a estatal reportou avanço da produção de novos sistemas, o início da operação da plataforma P-79 (uma nova unidade de produção no pré-sal) e maior eficiência operacional. O resultado foi um aumento de 3,4% na produção total.
No refino, a estatal registrou recorde de uso das refinarias, com utilização de 101,2% da capacidade. A produção de derivados cresceu 5,6% na comparação com o trimestre anterior, com 68% concentrados em produtos de maior valor agregado, como diesel, querosene de aviação (QAV) e gasolina.
“Os recordes operacionais que alcançamos neste segundo trimestre nos levaram a um dos maiores resultados financeiros trimestrais da série histórica da Petrobras”, afirmou Malgarejo, diretor da companhia.
O valor corresponde a uma antecipação dos pagamentos previstos para o exercício de 2026 e foi aprovado com base no balanço do segundo trimestre. O pagamento será feito em duas parcelas, nos meses de novembro e dezembro.
Fontes
Informação baseada em material público de G1 Negócios, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.