Os índices futuros dos EUA operam em alta nesta quinta-feira (13), após o índice de preços ao consumidor (CPI) de julho reforçar as expectativas de que o Federal Reserve (Fed) não aumentará as taxas de juros no próximo mês.
Agora, o mercado aguarda o índice de preços ao produtor (PPI) de julho, divulgado nesta quinta, para avaliar se as pressões inflacionárias seguem arrefecendo e calibrar as apostas para a próxima decisão do Fed.
O indicador está previsto para sair às 9h30 (horário de Brasília).
Ao mesmo tempo, o impasse em torno do Estreito de Ormuz mantém os riscos para a inflação e a volatilidade do petróleo no radar dos investidores, adicionando uma fonte de incerteza para a trajetória dos juros americanos.
Estados UnidosAlém dos novos dados de inflação, os investidores aguardam a divulgação dos pedidos semanais de auxílio-desemprego.
Veja o desempenho dos mercados futuros.
Os mercados europeus operam majoritariamente em alta, com investidores repercutindo dados da região.
O PIB do Reino Unido real cresceu 0,4% no segundo trimestre, abaixo dos 0,6% registrados no trimestre anterior, mas em linha com as expectativas, informou o Escritório Nacional de Estatísticas do Reino Unido nesta quinta-feira.
O PIB mensal registrou alta de 0,3%, após não ter apresentado crescimento em maio.
Os mercados da Ásia-Pacífico fecharam mistos, com o Kospi, da Coreia do Sul, subindo 3,6%. O índice Nikkei 225, do Japão, avançou 1,16%. O índice de referência australiano S&P/ASX 200 caiu 0,23%.
Hang Seng Index (Hong Kong): -0,17%.
Os preços do petróleo operam em baixa, à medida que os investidores avaliam a queda na demanda em meio às tensões no Oriente Médio. A Agência Internacional de Energia afirmou que a demanda global por petróleo deverá cair ainda mais este ano do que o previsto anteriormente.
As cotações do minério de ferro na China fecharam em baixa, com a redução das perdas das siderúrgicas e a firmeza dos custos de frete contrabalançando a queda nas exportações de aço da China.
Fontes
Informação baseada em material público de InfoMoney, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.