Após mais de uma década longe dos palcos, o Rush voltou à estrada em 2026 com uma missão que, por si só, já exige bastante de seus integrantes: revisitar cinco décadas de carreira e o extenso repertório da banda.
Diante da intensidade da preparação para a "Fifty Something Tour", Geddy Lee, baixista e vocalista do grupo canadense, deixou claro que a composição de novas músicas não está entre as prioridades do momento.
Em entrevista à Radio Futuro, Lee e o guitarrista Alex Lifeson revelaram que nunca haviam trabalhado tão duro na preparação de uma turnê quanto fizeram para essa série de shows.
A excursão marca o retorno do Rush aos palcos após 11 anos de hiato e também representa uma forma de celebrar o legado do saudoso baterista Neil Peart. Segundo Lifeson, a preparação começou com um cronograma de aproximadamente 14 meses, período que inicialmente parecia mais do que suficiente para deixar tudo pronto.
No entanto, a proximidade da estreia fez com que os integrantes precisassem intensificar os ensaios, como ele explicou (via Wikimetal): Nós tínhamos um cronograma.
Nós definimos como seria nossa agenda de ensaios, com uma data final em maio [de 2026], e tínhamos que ter tudo pronto até lá. Em 14 meses, no começo, nós pensamos: ‘Ah, é bastante tempo.
Vamos conseguir!’. Mas, nas últimas semanas, foi tipo: ‘Oh meu Deus, nós temos que realmente focar nisso e montar tudo de uma vez!’” A reta final da preparação da turnê foi especialmente desgastante de acordo com Geddy.
Ele contou que a banda chegou a tocar um show completo em 24 das 27 noites que antecederam a estreia, rotina que, segundo ele, foi inédita em toda a trajetória do Rush: No último mês [de ensaios], como Alex mencionou, nós tocamos um show completo em 24 noites dentro de 27 dias.
Nós nunca trabalhamos tão duro em todas as nossas vidas. E eu sou grato por isso, porque na noite de estreia, estávamos todos um pouco com os nervos à flor da pele.
E todo esse ensaio compensou.” Geddy Lee e Alex Lifeson falam sobre o novo momento do Rush Nesse contexto, a possibilidade do Rush aproveitar o retorno aos palcos para começar a trabalhar em músicas inéditas parece estar fora dos planos.
Questionado sobre novas composições, Lee foi direto ao descartar a ideia e ainda aproveitou para brincar com o desafio de executar novamente o repertório clássico da banda: Não.
Nós já temos muito o que fazer. Nós ainda estamos tentando lembrar das músicas antigas e tocá-las.” Vale lembrar que o grupo estará no Brasil em janeiro para shows em Curitiba (22/01), São Paulo (24 e 26/01), Rio de Janeiro (30/01), Belo Horizonte (01/02) e Brasília (04/02).
Ainda há ingressos para todas as datas no site da Eventim. https://youtu.be/il44nK3BLpw?is=tjMbGYMNfm4gRHm6.
A reta final da preparação da turnê foi especialmente desgastante de acordo com Geddy. Ele contou que a banda chegou a tocar um show completo em 24 das 27 noites que antecederam a estreia, rotina que, segundo ele, foi inédita em toda a trajetória do Rush.
No último mês [de ensaios], como Alex mencionou, nós tocamos um show completo em 24 noites dentro de 27 dias. Nós nunca trabalhamos tão duro em todas as nossas vidas.
E eu sou grato por isso, porque na noite de estreia, estávamos todos um pouco com os nervos à flor da pele. E todo esse ensaio compensou.”.
Geddy Lee e Alex Lifeson falam sobre o novo momento do Rush.
Não. Nós já temos muito o que fazer. Nós ainda estamos tentando lembrar das músicas antigas e tocá-las.”.
Reckoning Hour aprofunda identidade e expande os limites do Metalcore em “Mantra”.
Fontes
Informação baseada em material público de Tenho Mais Discos Que Amigos, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.