Mitch Winehouse processou as amigas por venda de 141 itens da filha, mas a juíza considerou a ação “inerentemente fraca” e concluiu que ele sabia das vendas desde o início.
A disputa envolvia 141 itens de Amy Winehouse leiloados nos Estados Unidos entre 2021 e 2023, incluindo roupas, bolsas, brincos, maquiagem, sapatilhas de balé e um vestido usado pela cantora em sua última turnê, em 2011, um mês antes de sua morte.
Mitch alegou que Parry — ex-estilista de Amy — e Gourlay não tinham direito de vender os itens e que teriam ocultado deliberadamente as transações. As duas negaram irregularidades, afirmando que os objetos eram delas ou haviam sido recebidos como presentes da própria Amy.
A derrota custou caro em todos os sentidos. Mitch deve pagar £ 569. 330 a Parry e £ 394. 521 a Gourlay em até duas semanas, além de valores adicionais que ainda serão calculados.
Seus próprios honorários advocatícios chegaram a pelo menos £ 950. 000, o que significa que a ação pode custar, no total, vários milhões de libras. Clarke foi especialmente dura ao afirmar que Mitch “deliberadamente transformou o caso em um litígio de grande escala e alto custo” para pressionar as mulheres a aceitarem um acordo em seus termos.
A crítica da juíza foi além dos números. Ela ressaltou que Parry e Gourlay “permaneceram fielmente ao lado de Amy” ao longo dos anos e demonstraram “honestidade e integridade” durante todo o processo, e que as “acusações graves e infundadas” de Mitch causaram danos à reputação, à carreira, às finanças e à saúde das duas.
O caso encerra um capítulo amargo envolvendo o espólio de uma das cantoras mais importantes de sua geração, morta em julho de 2011, aos 27 anos.
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Em números
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Fontes
Informação baseada em material público de Rolling Stone Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.