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A preocupação com o futuro da família foi o ponto de virada. T-Pain explicou o que pesou mais na decisão: “Você acha que eu quero deixar isso para os meus filhos.
De tudo que aconteceu comigo nesta indústria, você acha que vou deixar a vida e o futuro dos meus filhos nas mãos da indústria da música? Não. Eu tenho que dar um jeito nisso”.
Na visão dele, a segurança de um valor definido no presente vale mais do que depender de repasses que continuam encolhendo, sem que o artista tenha qualquer controle.
O movimento de T-Pain faz parte de um fenômeno mais amplo no mercado musical. Catálogos viraram ativos disputados por fundos de investimento, e artistas como Bruce Springsteen, Bob Dylan e Justin Bieber fecharam negócios semelhantes nos últimos anos.
A diferença é que T-Pain deixou claro que sua motivação não foi apenas financeira, foi também uma declaração de desconfiança em relação ao modelo atual.
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Fontes
Informação baseada em material público de Rolling Stone Brasil, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.