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Mundo Revisado por ULTRA AI

Trump propõe mudar nome do estreito de Hormuz para estreito de Trump

Declaração ocorre em meio à disputa com o Irã pelo controle da via marítima e a uma nova troca de ataques

2 min de leitura
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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugeriu nesta quarta-feira (2) renomear o estreito de Hormuz para "estreito de Trump". A declaração, compartilhada nas redes sociais, ocorre em meio à disputa com o Irã pelo controle da via marítima e a uma nova onda de ataques no Oriente Médio.

Atualmente, o estreito por onde passava, antes da guerra, cerca de um quinto do petróleo comercializado em todo o mundo, está bloqueado por Teerã. Em resposta, Washington bloqueou portos iranianos.

Agora que o temos sob controle dos EUA, deveríamos mudar o nome do estreito de Ormuz para ESTREITO DE TRUMP???", escreveu o republicano em sua plataforma Truth Social.

Não é a primeira vez que Trump sugere mudar o nome do estreito, uma das principais rotas de energia do mundo, em sua homenagem.

Mais cedo nesta quarta, o regime do Irã chamou os EUA de Satã, após acusar as forças americanas de matar cinco pessoas, entre elas uma criança, durante uma festa de casamento no sul do país.

Autoridades de Washington não confirmam envolvimento de seus militares no ataque.

As declarações ocorrem depois de uma nova sequência de ataques entre os países. Os EUA atingiram alvos na costa sul do Irã, enquanto Teerã lançou mísseis e drones contra instalações americanas em diferentes pontos do Oriente Médio.

Foram as maiores ofensivas do conflito desde julho.

Os EUA afirmaram ter atingido sistemas de defesa aérea, radares, equipamentos marítimos, estruturas relacionadas à instalação de minas e centros de comunicação da Guarda Revolucionária.

Segundo o regime iraniano, os EUA miraram alvos em áreas próximas a Hormuz.

O Irã respondeu com mísseis e drones contra instalações americanas no Bahrein, na Jordânia, no Kuwait e no Iraque. O comando militar iraniano afirmou que seu objetivo é expulsar as forças americanas da rede de bases que os EUA mantêm no Oriente Médio.

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Fontes consultadas

  • Folha Mundolink

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