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Mundo Revisado por ULTRA AI

Ex-trumpista detido pelo ICE é deportado para o Reino Unido um dia após prisão

Milo Yiannopoulos foi detido no aeroporto de Nova Orleans; segundo o governo Trump, ele estava em

2 min de leitura
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O agitador britânico de ultradireita Milo Yiannopoulos foi deportado dos Estados Unidos na sexta-feira (28), um dia após ser preso pelo ICE (Serviço de Imigração e Alfândega, na sigla em inglês).

A informação foi confirmada por um um porta-voz do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (DHS, na sigla em inglês).

Yiannopoulos, que defendia a instalação de postos de fiscalização do ICE em supermercados e a deportação sumária de qualquer pessoa que não conseguisse comprovar residência legal, foi preso na quinta-feira (27) no Aeroporto Internacional Louis Armstrong, em Nova Orleans (Louisiana).

Ele não foi localizado imediatamente para comentar. Ainda não há informações sobre para onde ele foi encaminhado.

O Departamento de Segurança Interna dos EUA, órgão ao qual o ICE é subordinado, o descreveu como "um estrangeiro em situação irregular oriundo do Reino Unido.

Segundo o DHS, Yiannopoulos entrou legalmente nos EUA em maio de 2019, por Nova York, mas "optou por permanecer além do período autorizado, violando as leis de nossa nação.

Um juiz de imigração emitiu uma ordem definitiva de expulsão contra Yiannopoulos em 22 de julho, depois que ele não compareceu à audiência de imigração", afirmou o comunicado do DHS.

Ele permanecerá sob custódia do ICE enquanto aguarda a expulsão.

O site de notícias sobre celebridades TMZ.com, que revelou sua prisão, sugeriu que Yiannopoulos, que mantém laços estreitos com o astro do hip-hop Kanye West, estava em Nova Orleans antes da apresentação que o músico tinha marcada para a noite de sexta-feira na cidade.

A detenção de Yiannopoulos pelo ICE representou uma reviravolta irônica para o comentarista político, conhecido por declarações extremas, incluindo retórica anti-islâmica e apoio a uma fiscalização migratória ainda mais rígida do que a repressão implementada por Donald Trump.

Fontes consultadas

  • Folha Mundolink

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