O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, prometeu "apoio inabalável" à Rússia em uma carta dirigida ao presidente Vladimir Putin, na qual classificou a guerra contra a Ucrânia como "sagrada", informou nesta terça-feira (15) a imprensa estatal norte-coreana.
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Desde que Moscou lançou sua invasão da Ucrânia, em 2022, a Coreia do Norte se tornou uma aliada fundamental do Kremlin e enviou tropas para apoiar o esforço de guerra russo em troca de benefícios econômicos e tecnologia militar, segundo analistas.
A Coreia do Sul estima que cerca de 2 mil soldados norte-coreanos morreram nessa guerra no ano passado, enquanto uma avaliação mais recente situa o número de mortos ou feridos em aproximadamente 6 mil.
Firmemente convencido da vitória da Federação Russa na atual guerra sagrada pela defesa dos interesses de segurança do país e da justiça internacional, prometo meu apoio inabalável a você, querido amigo, e ao fraterno povo russo", afirmou Kim na carta, segundo a agência estatal de notícias KCNA.
Minha vontade e a do governo da República Popular Democrática da Coreia [nome oficial da Coreia do Norte] são firmes e inequívocas no sentido de ampliar e aprofundar de maneira abrangente o trabalho conjunto", afirmou Kim no documento.
A carta é noticiada em um momento em que Coreia do Norte e Rússia têm estreitado cada vez mais seus laços e ampliado a cooperação entre eles em meio à guerra da Ucrânia.
Pyongyang está cada vez mais envolvido no conflito, e há especulações de que o país estaria pronto para enviar mais tropas à Rússia para lutar na guerra contra a Ucrânia.
O novo envio pode ser de até 50 mil soldados, segundo Kiev. entre 2024 e 2025, cerca de 14 mil militares norte-coreanos foram enviados ao front.
Em números
- A Coreia do Sul estima que cerca de 2 mil soldados norte-coreanos morreram nessa guerra no
- Nquanto uma avaliação mais recente situa o número de mortos ou feridos em aproximadamente 6 mil
- O novo envio pode ser de até 50 mil soldados, segundo Kiev
- Entre 2024 e 2025, cerca de 14 mil militares norte-coreanos foram enviados ao front
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