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Bolsas da Europa fecham em alta com recuo do petróleo

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O alívio nos preços de energia favoreceu ações de tecnologia, bancos e setores cíclicos, embora dados fracos da indústria da zona do euro tenham limitado o avanço.

Outro fator relevante para este resultado é a melhora do apetite por risco antes da decisão de juros do Fed.

Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,55%, a 19. 663,80 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 1,00%, a 9. 540,66 pontos. As cotações são preliminares.

A Capital Economics avalia que o encarecimento do gás e da eletricidade deve prolongar a fraqueza da indústria europeia. Nesta quarta, a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, defendeu o fortalecimento da competitividade da zona do euro, anunciou planos do bloco para estoques de matérias-primas críticas e estímulo à IA, além de sugerir o estreitamento das relações com o Canadá e, eventualmente, com Reino Unido e outros países que compartilhem a mesma visão da UE.

No Reino Unido, o CPI acelerou a 3,1% em agosto. Para o ING, porém, a alta segue concentrada em energia e não exige postura mais dura do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês), que anuncia na quinta-feira sua decisão de juros.

Em Londres, a Barratt Redrow saltou 11% após divulgar resultados, enquanto mineradoras avançaram com a alta dos metais - Anglo American subiu 1,6% e Rio Tinto, 1%.

Em Frankfurt, a Hochtief ganhou cerca de 2,4%, em movimento de recuperação de papéis ligados à inteligência artificial (IA).

No setor de tecnologia, cujo subíndice Stoxx avançou 0,6%, a STMicroelectronics avançou 2,2% em Paris, enquanto a ASML subiu 1,3% em Amsterdã. Já a Capgemini (-2,6%) destoou negativamente na capital francesa.

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