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Ataque russo destrói depósito médico da ONU na Ucrânia

2 min de leitura
Ataque russo destrói depósito médico da ONU na Ucrânia

Um armazém da Organização Mundial da Saúde, OMS, foi atingido duas vezes na semana passada por ataques russos, na cidade ucraniana de Dnipro.

Em nota, a agência informou que a instalação foi atingida pela primeira vez na segunda-feira e duas vezes na sexta-feira.

O armazém continha suprimentos médicos de emergência destinados a unidades de saúde na linha de frente. De acordo com o comunicado, “tudo foi destruído”.

Após o primeiro ataque, a OMS começou a transferir suprimentos. Um funcionário da agência e vários motoristas haviam acabado de deixar o local em 7 de agosto, antes do segundo ataque.

Horas depois, um terceiro ataque destruiu o prédio. Não houve relatos de vítimas.

O diretor regional da OMS para a Europa, disse Hans Kluge, explicou que este armazém continha suprimentos destinados a manter os serviços essenciais disponíveis na linha de frente.

Klunge enfatizou que a destruição do local “significa menos medicamentos, menos equipamentos e menos capacidade para tratar os doentes e feridos”. Ele pediu o fim imediato dessas ofensivas.

As autoridades russas relataram na semana passada que ataques ucranianos a um armazém mataram cinco pessoas na região de Moscou na terça-feira e sete em uma praia na região de Krasnodar na segunda-feira.

Desde a invasão russa da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022, ocorreram 3. 149 ataques a serviços de saúde, sendo um total de 72 contra armazéns e 646 casos em que o fornecimento de suprimentos foi afetado.

A Agência da ONU para Refugiados, Acnur, também destacou como os ataques russos em toda a Ucrânia atingiram instalações administradas por seus parceiros nas últimas semanas, interrompendo as operações humanitárias.

Em números

  • 149 ataques a serviços de saúde, sendo um total de 72 contra armazéns e 646 casos em que o fornecimento de suprimentos foi afetado

Fontes

Informação baseada em material público de ONU News, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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