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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Zema prevê união da direita no segundo turno e critica política externa de Lula

Candidato do Novo iniciou campanha em Montes Claros, citou experiência como governador e afirmou que apoiará qualquer nome que enfrentar o PT no segundo turno

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Zema prevê união da direita no segundo turno e critica política externa de Lula

Romeu Zema, candidato à Presidência da República pelo Novo, iniciou a campanha eleitoral neste domingo, 16 de agosto, em Montes Claros, no Norte de Minas Gerais, com críticas à política internacional do governo Lula e a previsão de que os candidatos de direita estarão unidos no segundo turno da eleição presidencial.

O ex-governador participou de uma missa na Paróquia Nossa Senhora da Conceição e São José pela manhã e, depois da celebração, falou com a imprensa, quando afirmou que espera repetir no Brasil um movimento semelhante ao ocorrido nas eleições do Chile, com candidaturas de direita separadas no primeiro turno e apoio conjunto na etapa seguinte.

Segundo ele, diferentes nomes da direita podem disputar entre si no primeiro turno e atuar juntos posteriormente. “Tenho certeza que vai ser como assistimos no Chile há seis meses.

Diversos candidatos de direita concorrendo no primeiro e trabalhando juntos no segundo”, disse. Críticas à política internacional Durante a primeira agenda oficial de campanha, Zema direcionou parte do discurso à condução da política externa brasileira, especialmente às relações mantidas pelo governo Lula com outros países.

O candidato criticou a relação do Brasil com os Estados Unidos, o questionamento ao dólar como moeda de referência e a aproximação com Cuba, Irã e Venezuela, países citados por ele durante a entrevista.

Ele também associou a política internacional do governo às sanções impostas pelos Estados Unidos. Zema afirmou ainda que considera inadequado o alinhamento brasileiro com governos que classifica como autoritários.

Experiência como governador entra no discurso Outro ponto usado pelo candidato no primeiro dia de campanha foi sua atuação no governo de Minas Gerais e a experiência na busca por investimentos.

Zema afirmou ter viajado pelo Brasil e para outros países durante o período em que governou Minas Gerais com o objetivo de atrair novos investimentos para o Estado.

Montes Claros abre campanha A escolha de Montes Claros para a primeira agenda da campanha partiu do próprio candidato, segundo sua equipe. Zema é admirador de Humberto Souto, ex-prefeito do município e ex-deputado que representou a região.

Souto morreu em fevereiro de 2025. Com a passagem por Montes Claros, Zema abriu oficialmente sua campanha presidencial combinando um ato religioso, críticas ao governo Lula e um discurso voltado à aproximação das candidaturas de direita para uma eventual disputa de segundo turno.

Zema também afirmou que, caso não avance para a segunda etapa da disputa, pretende votar em qualquer candidato que enfrente o PT. Segundo ele, diferentes nomes da direita podem disputar entre si no primeiro turno e atuar juntos posteriormente.

Na avaliação do candidato, questionar o uso do dólar e discutir alternativas como euro ou yuan não resolveria os problemas brasileiros. Ele também associou a política internacional do governo às sanções impostas pelos Estados Unidos.

Experiência como governador entra no discurso.

O candidato também associou sua experiência empresarial ao discurso econômico e afirmou conhecer as dificuldades enfrentadas pelo setor produtivo na relação com o poder público.

Zema é admirador de Humberto Souto, ex-prefeito do município e ex-deputado que representou a região. Souto morreu em fevereiro de 2025.

Lula lança campanha à reeleição em São Bernardo com acenos às mulheres e críticas à direita.

Presidente citou tratamento contra câncer de pele, relembrou trajetória sindical, defendeu participação feminina e criticou Jair Bolsonaro durante ato no ABC paulista.

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • A Críticalink