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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Viu o Naninho? Gato rajado desaparece no Tijuca e tutora busca pelo felino

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Viu o Naninho? Gato rajado desaparece no Tijuca e tutora busca pelo felino

Animal é cego do olho esquerdo, dócil e foi visto pela última vez perto do Batistão na quarta-feira.

Naninho, gato rajado de aproximadamente 5 anos e cego do olho esquerdo, desapareceu por volta das 17h30 de quarta-feira (26), depois de escapar pelo portão de casa, no Jardim Tijuca, em Campo Grande.

O felino foi visto pela última vez na região do Batistão e não retornou para casa. Desde então, a tutora Eva Riquena percorre ruas, terrenos baldios e casas da vizinhança em busca de alguma pista.

O felino foi visto pela última vez na região do Batistão. A tutora Eva Riquena busca o animal e pede ajuda aos moradores. Informações pelo telefone (67) 9261-4249.

O comportamento de Naninho também preocupa a família. Segundo Eva, o gato é muito dócil, aceita aproximação de outras pessoas e, apesar de medroso, poderia ter sido recolhido por alguém que o encontrou sozinho.

O desaparecimento também mudou a rotina dentro de casa. Eva diz que Naninho costuma acompanhá-la durante praticamente todo o dia e dorme junto dela todas as noites.

A ligação entre os dois tornou os últimos dias ainda mais difíceis para a tutora.

Eva também lamenta não ter colocado um microchip de identificação em Naninho antes do desaparecimento. Ela conta que chegou a planejar o procedimento, mas não conseguiu levá-lo para fazer a identificação.

Agora, pretende colocar o dispositivo no outro gato da família.

Naninho tem pelagem rajada em tons de cinza e a cegueira no olho esquerdo é uma das principais características para identificá-lo. A família pede que moradores do Tijuca e das proximidades verifiquem quintais, garagens e locais onde o gato possa ter entrado para se esconder.

Informações podem ser repassadas pelo telefone (67) 9261-4249.

Identificação - Para aumentar as chances de reencontrar um animal desaparecido, especialistas recomendam manter cães e gatos com coleira e plaquinha que tenha um telefone atualizado.

O microchip também facilita a identificação do tutor em clínicas veterinárias, abrigos e serviços que possuem leitores compatíveis.

Fontes consultadas

  • Campo Grande Newslink