O Shopcar, fundado há 24 anos por três amigos, transformou a venda de veículos ao migrar anúncios para a internet. A internet mudou o comportamento do consumidor, que passou a pesquisar carros e lojistas a exibir estoques online.
- O Shopcar, fundado há 24 anos por três amigos, transformou a venda de veículos ao migrar anúncios para a internet.
- A internet mudou o comportamento do consumidor, que passou a pesquisar carros e lojistas a exibir estoques online.
- Inicialmente, a equipe visitava lojas para fotografar veículos, mas lojistas assumiram a atualização com câmeras digitais.
- A tecnologia permitiu que lojistas controlassem o estoque digital com agilidade, reduzindo o tempo de oferta ao consumidor.
- O Shopcar se posicionou como empresa de tecnologia, acompanhando a evolução do acesso à internet e o comportamento dos usuários.
- A digitalização alterou a jornada de compra, com mais informações disponíveis online antes da visita à loja.
- A empresa projeta novas adaptações, mantendo a estratégia de acompanhar as mudanças no setor automotivo.
Inicialmente, a equipe visitava lojas para fotografar veículos, mas lojistas assumiram a atualização com câmeras digitais. A tecnologia permitiu que lojistas controlassem o estoque digital com agilidade, reduzindo o tempo de oferta ao consumidor.
O Shopcar se posicionou como empresa de tecnologia, acompanhando a evolução do acesso à internet e o comportamento dos usuários. A digitalização alterou a jornada de compra, com mais informações disponíveis online antes da visita à loja.
A empresa projeta novas adaptações, mantendo a estratégia de acompanhar as mudanças no setor automotivo. Uma experiência iniciada ainda na faculdade virou um negócio que atravessou profundas mudanças no mercado automotivo.
Há 24 anos, três amigos criaram o Shopcar com a proposta de atuar no comércio de veículos pela internet. Naquele período, os classificados impressos ainda concentravam grande parte dos anúncios.
A internet, porém, começava a mudar a maneira como consumidores pesquisavam carros e lojistas exibiam seus estoques. Segundo o CEO do Shopcar, Daniel Bianchin, os fundadores perceberam cedo que a expansão da tecnologia mudaria esse mercado.
A ideia teve inspiração em um modelo que já funcionava em São Paulo, mas ganhou adaptação local. ''Nós sabíamos que não tinha como ter retrocesso na tecnologia e no avanço que estava acontecendo.
A facilidade de buscar um produto na internet já mostrava que essa cultura do papel e do impresso ia mudar'', relembrou. Internet mudou a procura por veículos A transformação foi além do formato dos anúncios.
Com mais informações disponíveis na internet, o comportamento de quem procurava um veículo também mudou. Bianchin lembra que um classificado impresso podia provocar dezenas de telefonemas antes de resultar em uma negociação.
No ambiente digital, por outro lado, o interessado passou a chegar mais informado. ''No jornal, você anunciava e tinha 40 ligações para vender um carro. Na internet, você tinha menos ligações, mas o cliente já chegava mais efetivado, porque tinha todas as informações'', afirmou.
Fotos e dados dos veículos passaram a funcionar como uma seleção prévia. Assim, o consumidor conseguia avaliar opções antes de entrar em contato com a loja. Ao mesmo tempo, os estabelecimentos passaram a receber compradores que já conheciam detalhes dos carros anunciados.
Atualização dos anúncios começou de forma manual Nos primeiros anos, a rotina ainda dependia de trabalho presencial. A equipe precisava visitar as lojas para fotografar os veículos e atualizar os anúncios disponíveis na plataforma.
O próprio Bianchin participou desse processo durante vários anos. ''Antes a gente tirava foto nas ruas. Eu mesmo fui vários anos tirando foto nas lojas'', contou.
Com o avanço das câmeras digitais, porém, os próprios lojistas começaram a produzir as imagens. Dessa forma, os carros podiam entrar no sistema sem esperar a próxima visita da equipe.
Segundo o empresário, a rapidez ganhou importância porque um veículo recém-chegado poderia encontrar um comprador antes mesmo da atualização programada. ''As pessoas falaram: ‘não vou esperar mais vir uma vez por semana alguém tirar uma foto’.
Elas começaram a comprar máquina fotográfica digital'', explicou. Lojistas assumiram controle do estoque digital A mudança trouxe outra transformação para as lojas.
O comerciante passou a controlar com maior agilidade a exposição do próprio estoque na internet. Assim, um veículo que chegava ao estabelecimento podia ser fotografado e anunciado rapidamente.
O processo reduziu o intervalo entre a entrada do carro e sua oferta ao consumidor. Já para quem buscava um automóvel, aumentou a quantidade de informações disponíveis antes da visita à loja.
Essa dinâmica substituiu gradualmente uma rotina baseada em anúncios impressos e telefonemas por pesquisas digitais mais detalhadas. Tecnologia passou a acompanhar toda a operação Embora atue diretamente no segmento automotivo, Bianchin afirma que o Shopcar se posicionou desde o início como uma empresa de tecnologia.
Segundo ele, a necessidade de atualizar constantemente a plataforma acompanhou as mudanças no comportamento dos usuários. ''Nós somos uma empresa de tecnologia, sempre fomos.
Porque a gente está sempre mudando a plataforma, sempre se adequando nessa jornada toda'', afirmou. Durante esses 24 anos, a forma de acessar a internet também mudou.
Computadores perderam espaço como única porta de entrada, enquanto smartphones tornaram as pesquisas mais rápidas. Consequentemente, plataformas voltadas à busca de veículos precisaram acompanhar novas formas de consumo e acesso à informação.
Consumidor passou a chegar mais informado A digitalização também alterou a jornada de compra. Antes, muitas informações básicas sobre o veículo dependiam de contato por telefone ou visita ao estabelecimento.
Hoje, anúncios com fotos, preços e características permitem uma avaliação prévia. Portanto, o consumidor consegue selecionar as opções que mais combinam com sua procura.
Para Bianchin, essa mudança representa uma das principais diferenças entre os classificados impressos e o atual modelo digital. Empresa projeta novas adaptações Depois de 24 anos, o executivo avalia que a estratégia continua baseada no acompanhamento das mudanças do setor automotivo.
Conforme o mercado vai ditando para que lado ele vai, a gente procura o nosso espaço e tenta fazer o melhor para o lojista'', afirmou. Bianchin também destaca a relação construída com os estabelecimentos durante esse período.
Só tenho a agradecer pela confiança que eles tiveram no mercado e no Shopcar em si'', disse. Assim, a trajetória da empresa acompanha uma transformação mais ampla no comércio de veículos.
O setor saiu das páginas dos jornais para um ambiente de atualização constante e consumidores mais informados.
Naquele período, os classificados impressos ainda concentravam grande parte dos anúncios. A internet, porém, começava a mudar a maneira como consumidores pesquisavam carros e lojistas exibiam seus estoques.
Segundo o CEO do Shopcar, Daniel Bianchin, os fundadores perceberam cedo que a expansão da tecnologia mudaria esse mercado. A ideia teve inspiração em um modelo que já funcionava em São Paulo, mas ganhou adaptação local.
Internet mudou a procura por veículos.
A transformação foi além do formato dos anúncios. Com mais informações disponíveis na internet, o comportamento de quem procurava um veículo também mudou.
Bianchin lembra que um classificado impresso podia provocar dezenas de telefonemas antes de resultar em uma negociação. No ambiente digital, por outro lado, o interessado passou a chegar mais informado.
Atualização dos anúncios começou de forma manual.
Lojistas assumiram controle do estoque digital A mudança trouxe outra transformação para as lojas. O comerciante passou a controlar com maior agilidade a exposição do próprio estoque na internet.
Assim, um veículo que chegava ao estabelecimento podia ser fotografado e anunciado rapidamente. O processo reduziu o intervalo entre a entrada do carro e sua oferta ao consumidor.
Tecnologia passou a acompanhar toda a operação.
Durante esses 24 anos, a forma de acessar a internet também mudou. Computadores perderam espaço como única porta de entrada, enquanto smartphones tornaram as pesquisas mais rápidas.
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