A apuração levou à deflagração da Operação Antidotum nesta sexta-feira (11), com seis mandados de prisão preventiva e 36 ordens de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados e Goiânia (GO).
Outro ponto levantado pelos investigadores envolve a forma como os contratos eram apresentados aos órgãos de controle. De acordo com o MPMS, documentos relacionados a contratos, pagamentos e prestações de contas eram sistematicamente omitidos do Conselho Fiscal da Santa Casa e da Controladoria-Geral do Estado.
A apuração ainda não foi concluída, e o valor total do possível prejuízo permanece sob investigação.
A operação é conduzida pelo Gecoc e pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), com apoio do Batalhão de Choque da Polícia Militar e participação da Comissão de Defesa e Assistência das Prerrogativas dos Advogados (CDA) da OAB/MS.
O nome Antidotum, palavra de origem latina, significa antídoto ou contramedida, em referência à ideia de combater ou neutralizar um problema.
Em números
- Operação aponta desvio de R$ 1,4 milhão em contrato da Santa Casa e cumpre prisões
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