Em Campo Grande, a mobilização começou no Complexo dos Correios, na Rua Barão do Rio Branco, esquina com a Avenida Ernesto Geisel.
- Trabalhadores dos Correios em Mato Grosso do Sul iniciaram greve por tempo indeterminado nesta sexta-feira.
- A paralisação é uma reação à falta de avanços nas negociações da Campanha Salarial 2026/2027.
- As principais reivindicações incluem reposição da inflação, manutenção de direitos e melhores condições de trabalho.
- O sindicato destaca a assistência à saúde como ponto sensível, conquistada com sacrifícios salariais anteriores.
- A mobilização busca pressionar o governo federal por mudanças e garantir a continuidade dos serviços.
De acordo com o presidente do Sintect/MS, Wilton Lopes, a paralisação é uma reação à falta de avanços nas negociações da Campanha Salarial 2026/2027 e às mudanças que, segundo a categoria, ameaçam direitos conquistados ao longo dos anos.
Entre as principais reivindicações estão a reposição da inflação, a manutenção dos direitos atuais e melhores condições de trabalho. O sindicato também coloca a assistência à saúde entre os pontos mais sensíveis da negociação.
Segundo Lopes, trabalhadores abriram mão de reajustes salariais em outros momentos justamente para preservar o benefício. “Não podemos perder nada que foi conquistado com muito suor.
E eles querem retirar muita coisa nossa, principalmente a assistência à saúde, que é fundamental”, disse.
O dirigente afirma ainda que a paralisação busca chamar a atenção do governo federal para a situação da empresa e pressionar por mudanças nas negociações. “Nós queremos condições de trabalho, pelo menos a reposição da inflação, que é direito de todo mundo, e a manutenção de tudo que a gente tem”, declarou.
O Sintect/MS defende que a mobilização seja usada para cobrar medidas que garantam melhores condições aos empregados e a continuidade dos serviços dos Correios.
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