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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Correios entram em greve em MS e sindicato cobra reposição da inflação e manutenção de direitos

Paralisação nacional começou nesta sexta-feira (11); em Campo Grande, trabalhadores se concentram no Complexo dos Correios contra mudanças nas condições de trab

2 min de leitura
Correios entram em greve em MS e sindicato cobra reposição da inflação e manutenção de direitos

Em Campo Grande, a mobilização começou no Complexo dos Correios, na Rua Barão do Rio Branco, esquina com a Avenida Ernesto Geisel.

  • Trabalhadores dos Correios em Mato Grosso do Sul iniciaram greve por tempo indeterminado nesta sexta-feira.
  • A paralisação é uma reação à falta de avanços nas negociações da Campanha Salarial 2026/2027.
  • As principais reivindicações incluem reposição da inflação, manutenção de direitos e melhores condições de trabalho.
  • O sindicato destaca a assistência à saúde como ponto sensível, conquistada com sacrifícios salariais anteriores.
  • A mobilização busca pressionar o governo federal por mudanças e garantir a continuidade dos serviços.

De acordo com o presidente do Sintect/MS, Wilton Lopes, a paralisação é uma reação à falta de avanços nas negociações da Campanha Salarial 2026/2027 e às mudanças que, segundo a categoria, ameaçam direitos conquistados ao longo dos anos.

Entre as principais reivindicações estão a reposição da inflação, a manutenção dos direitos atuais e melhores condições de trabalho. O sindicato também coloca a assistência à saúde entre os pontos mais sensíveis da negociação.

Segundo Lopes, trabalhadores abriram mão de reajustes salariais em outros momentos justamente para preservar o benefício. “Não podemos perder nada que foi conquistado com muito suor.

E eles querem retirar muita coisa nossa, principalmente a assistência à saúde, que é fundamental”, disse.

O dirigente afirma ainda que a paralisação busca chamar a atenção do governo federal para a situação da empresa e pressionar por mudanças nas negociações. “Nós queremos condições de trabalho, pelo menos a reposição da inflação, que é direito de todo mundo, e a manutenção de tudo que a gente tem”, declarou.

O Sintect/MS defende que a mobilização seja usada para cobrar medidas que garantam melhores condições aos empregados e a continuidade dos serviços dos Correios.

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Fontes consultadas

  • A Críticalink