Além do município de Mato Grosso do Sul, outras oito cidades brasileiras também têm o mesmo prazo. A medida atende trabalhadores que vivem em áreas atingidas por desastres naturais.
O Saque Calamidade atende moradores de localidades afetadas por enchentes, deslizamentos, temporais e outros desastres naturais. No entanto, o governo federal precisa reconhecer oficialmente a situação de emergência ou o estado de calamidade pública.
Além disso, o trabalhador precisa ter saldo disponível na conta do FGTS. O interessado também deve comprovar residência na área atingida.
Para isso, são aceitos documentos emitidos até 120 dias antes da decretação da calamidade pelo poder público.
Além de Deodápolis, a relação inclui Rosário, no Maranhão, e Boa Esperança, em Minas Gerais.
Também aparecem São Miguel de Taipu, na Paraíba; Moreira Sales e Terra Rica, no Paraná; e Várzea, no Rio Grande do Norte. Por fim, Santa Vitória do Palmar, no Rio Grande do Sul, e Tarabai, em São Paulo, completam a lista.
A Caixa Econômica Federal pode atualizar a relação conforme processa novos reconhecimentos de calamidade.
Pedido pode ser feito pelo aplicativo.
O trabalhador pode fazer todo o pedido pelo aplicativo FGTS, sem precisar ir até uma agência. Primeiro, deve acessar a opção “Saques” e selecionar “Calamidade pública”.
Em seguida, o aplicativo solicita documentos de identificação e comprovante de residência. O trabalhador deve anexar as imagens e concluir o pedido pela plataforma.
Após analisar e aprovar a solicitação, a Caixa pode depositar o valor em uma conta indicada pelo trabalhador. Entre as opções estão o Caixa Tem e contas de outras instituições financeiras.
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