Em pronunciamento pelo 7 de Setembro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que o Brasil não aceitará interferências externas em decisões políticas, econômicas e comerciais.
A mensagem foi transmitida em rede nacional de rádio e televisão, em alusão ao Dia da Independência. Ao comentar a posição do Brasil diante de outros países, o chefe do Executivo adotou um tom de defesa da autonomia nacional.
Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém. Nenhum governante estrangeiro tem o direito de dizer de quem podemos comprar e para quem podemos vender. Somos um país soberano e nossas decisões pertencem a nós e a mais ninguém", declarou.
O discurso também passou pelas riquezas naturais brasileiras e pelo potencial estratégico do país. Lula citou reservas minerais, recursos hídricos e novas jazidas de petróleo.
Nossas riquezas devem servir ao futuro do povo brasileiro", disse, ao defender que esses recursos sejam utilizados para ampliar o desenvolvimento nacional. O presidente mencionou ainda a aprovação do marco legal de recursos estratégicos no Congresso Nacional.
A medida busca transformar as reservas de minerais críticos e terras raras em desenvolvimento de tecnologia de ponta e geração de empregos de qualidade no país.
Ao tratar do significado da Independência, Lula relacionou soberania à garantia de direitos e oportunidades para a população. "Um país soberano é aquele capaz de criar as oportunidades que o seu povo precisa para conquistar a própria independência", disse.
Para evitar possíveis questionamentos na Justiça Eleitoral durante o ano eleitoral, a Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República solicitou ao Tribunal Superior Eleitoral autorização prévia para a transmissão do pronunciamento em rede nacional.
Eleições Lula disputa a reeleição à Presidência da República nas Eleições de 2026. Na chapa, o atual presidente terá novamente Geraldo Alckmin como candidato a vice.
O primeiro turno das eleições será realizado em 4 de outubro. Caso nenhum candidato a governador ou presidente obtenha mais de 50% dos votos válidos, excluídos brancos e nulos, haverá segundo turno em 25 de outubro.
Ao comentar a posição do Brasil diante de outros países, o chefe do Executivo adotou um tom de defesa da autonomia nacional. “Não somos colônia e não seremos colônia de ninguém.
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