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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Lula adota chapéu na campanha e prepara ataques a Flávio Bolsonaro na TV

Campanha pretende usar acessório como elemento visual e apostar na polarização, no legado do governo e na rejeição ao candidato do PL.

3 min de leitura
Lula adota chapéu na campanha e prepara ataques a Flávio Bolsonaro na TV

O chapéu aparece na foto de Lula para a urna e também vem sendo usado em figurinhas publicadas nas redes sociais. No programa eleitoral, a equipe pretende explorar o acessório em diferentes situações.

Em uma das inserções já gravadas, Lula tira o chapéu e o arremessa. A proposta da campanha é relacionar visualmente o movimento às viagens que o presidente fará pelo Brasil durante o período eleitoral.

A propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão está autorizada pela Justiça Eleitoral a partir do dia 28 de agosto, com divisão dos dias conforme os cargos em disputa.

Para os candidatos à Presidência, a estreia será no sábado, dia 29, e os programas serão exibidos às terças, quintas-feiras e aos sábados.

Além do uso do chapéu, a equipe planeja concentrar parte da estratégia televisiva em Flávio Bolsonaro. Segundo pessoas que acompanharam as gravações, caso essa linha não apareça no primeiro programa, deverá ser apresentada no segundo.

A intenção é defender o legado da atual gestão de Lula e compará-lo com o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro. A campanha pretende trabalhar com a polarização e com a rejeição a Flávio, utilizando uma abordagem de caráter emocional.

Integrantes da equipe afirmam que uma das linhas será apresentar os valores atribuídos ao senador como diferentes daqueles que, na avaliação da campanha, representam o pensamento da maior parte da população brasileira.

Comparação entre governos será explorada.

Entre os temas que deverão aparecer na defesa da atual gestão está o Mapa da Fome, elaborado pela Organização das Nações Unidas (ONU). O Brasil havia deixado o mapa em 2014, voltou a aparecer em 2021, durante o governo Jair Bolsonaro, e saiu novamente da lista em 2025.

Ao mesmo tempo, a equipe de Lula enfrenta os desdobramentos dos inquéritos envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Ele é alvo de investigações por tráfico de influência para obtenção de vantagens no governo federal, ao lado de Roberta Luchsinger.

Luchsinger trabalhava como lobista para Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, preso pela Polícia Federal sob acusação de desviar recursos de aposentadorias.

Para integrantes da campanha de Lula, apesar de o caso envolvendo Lulinha ser considerado “dolorido”, a situação de Flávio Bolsonaro estaria mais delicada, tanto pelos valores envolvidos quanto pela forma como Lula e Jair Bolsonaro teriam tratado os respectivos episódios.

A campanha também adotou nesta semana um novo cenário para as gravações eleitorais no QG em Brasília. Atrás de Lula, aparece uma estante com obras de artistas de diferentes partes do Brasil e livros lidos pelo presidente durante o período em que esteve preso.

O lançamento da campanha ocorreu no domingo (16), em São Bernardo do Campo. Durante o discurso, Lula explicou que usava o chapéu por ter realizado radioterapia para tratar um câncer de pele e não poder tomar sol na cabeça.

Segundo sua assessoria, o tratamento já terminou.

Na ocasião, Lula retirou o chapéu em homenagem ao público. A equipe avaliou positivamente o gesto e decidiu ampliar o uso do acessório durante a campanha eleitoral.

Caiado diz que quem cometer crime deve ser punido ao falar sobre impeachment no STF.

Candidato do PSD à Presidência também criticou as bets, a taxa de juros e defendeu isenção da 'taxa das blusinhas' para comerciantes brasileiros.

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

  • A Críticalink