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Mato Grosso do Sul Revisado por ULTRA AI

Homem preso por sequestrar bebê em MS usou nome falso e era foragido por homicídio no AM

Alex Melo de Abreu foi condenado a 11 anos e 6 meses de prisão no Amazonas e usava identidade falsa quando foi preso com a bebê Ayla Emanuelly em Pedro Juan Cab

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Homem preso por sequestrar bebê em MS usou nome falso e era foragido por homicídio no AM

Alex Melo de Abreu, preso com a bebê Ayla Emanuelly em uma casa em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, no domingo (9), era foragido da Justiça do Amazonas. Ele foi condenado a 11 anos e 6 meses de prisão em regime fechado por um homicídio cometido no estado.

As informações foram confirmadas pelo Comando Bipartite, grupo que reúne forças policiais do Brasil e do Paraguai.

O que se sabe sobre sequestro de recém-nascida que terminou com resgate no Paraguai e três presos.

Ainda segundo as autoridades paraguaias, Alex apresentou uma identidade falsa durante a abordagem na casa onde a bebê foi localizada. Ele teria usado o nome de Weliton Aparecido Lopes dos Santos.

Suzilaine da Graça Costa também foi presa no local. O g1 não encontrou a defesa deles.

Ayla Emanuelly, de um mês, estava desaparecida desde quinta-feira (6), em Campo Grande, e foi encontrada com vida na madrugada de domingo (9), em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que faz fronteira com o Brasil.

Segundo as autoridades paraguaias, a criança está bem.

Conforme o depoimento, as três foram recebidas pela mulher, que ofereceu água. A adolescente afirmou que não dormiu depois de beber, mas a irmã adormeceu e só acordou por volta das 20h.

Ainda segundo o relato, a jovem foi ameaçada e obrigada a entregar a filha. Caso recusasse, ela e a irmã seriam "jogadas em um buraco". A bebê foi levada do imóvel.

Polícia acionou autoridades do Paraguai.

Conforme informações repassadas ao g1, a Polícia Civil de Ponta Porã foi acionada pela Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA) após receber informações de que a mulher que estava com Ayla teria ido para o Paraguai.

O Comando Bipartite, núcleo de integração entre as forças policiais do Brasil e do Paraguai, também foi acionado. Em conjunto com operadores táticos da Diretoria de Polícia de Amambay, as equipes atuaram na localização da criança e na prisão do casal.

A partir da troca de informações entre as polícias, a unidade antis­sequestro paraguaia conseguiu localizar a residência onde Ayla estava.

No sábado (8), um homem suspeito de envolvimento no caso também foi preso. Segundo a polícia, ele teria emprestado a casa que foi usada como cativeiro. Em nota enviada ao g1, a defesa informou que está tomando conhecimento dos detalhes do caso para comprovar que não há relação direta do cliente com os fatos atribuídos a ele.

Fontes

Informação baseada em material público de G1 MS, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas