Mais de 150 alunos de diferentes regiões de Campo Grande vão subir ao palco do Teatro Dom Bosco neste fim de semana para apresentar o resultado de um projeto de formação musical gratuita.
- Canto coral da Escola Municipal Dr. Tertuliano Meireles.
- Orquestra do Instituto Manoel Bonifácio.
- Violoncelo da Orquestra Sinfônica Municipal de Campo Grande.
- Orquestra Indígena, da Fundação Ueze Zahran.
- Canto coral do Lar do Pequeno Assis e da Associação Escola de Mãe Luz, com uma apresentação que integra a Língua Brasileira de Sinais (Libras) ao canto.
- Grupo de percussão Bojomalê, com uma performance marcada por percussão corporal, ritmos afro-brasileiros e maracatu.
- Orquestra Fraternidade Sem Fronteiras, projeto que oferece formação musical gratuita para crianças e adolescentes de 7 a 17 anos em situação de vulnerabilidade.
- Grupo de violão da Igreja Batista Popular.
- Grupo de música do Instituto Misericórdia.
- Projeto Madeiras Dedilhadas, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), responsável pelo show de encerramento.
- Horário: 18h30 nos dias 5 e 6; 18h no dia 7.
- Local: Teatro Dom Bosco – Avenida Mato Grosso, 225, Centro, Campo Grande.
O evento terá apresentações de coral, orquestra, violoncelo, percussão e Libras.
O Festival Compondo Talentos ocorre neste sábado (5), domingo (6) e segunda-feira (7), com apresentações de coral, orquestra, violão, violoncelo, percussão e até música acompanhada por Libras.
As apresentações começam às 18h30 no sábado e no domingo. Na segunda-feira, o festival começa às 18h. O Teatro Dom Bosco fica na Avenida Mato Grosso, 225, no Centro de Campo Grande.
O festival marca o encerramento do ciclo de formação do projeto, que reuniu 12 turmas ligadas a escolas, instituições e projetos sociais da capital. Durante as atividades, os participantes tiveram contato com diferentes linguagens musicais, incluindo canto coral, violão, violoncelo, percussão, banda, orquestra e Libras.
A proposta é levar ao palco um trabalho desenvolvido ao longo dos meses em diferentes pontos da cidade. O presidente do Instituto Cerrado Central, Daniel Escrivano, responsável pela realização do projeto, destaca a importância da iniciativa.
A programação foi dividida em três noites, com grupos diferentes em cada apresentação. Confira a programação completa.
O primeiro dia de apresentações reúne corais, orquestras e turmas que destacam a diversidade musical do projeto. Encerrando a noite, a Orquestra Indígena, desenvolvida na Aldeia Urbana Darcy Ribeiro, combina música de concerto com cantos tradicionais e elementos das culturas indígena e brasileira.
A programação do segundo dia traz uma mistura de vozes, inclusão e ritmos afro-brasileiros, destacando a transformação social por meio da arte.
No feriado da Independência, o encerramento do festival celebra a união de diferentes instrumentos, vozes e talentos da região.
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