A queda foi puxada principalmente pelas ações de mineradoras, em meio ao recuo dos contratos futuros de minério de ferro negociados na China. As incertezas políticas brasileiras também contribuíram para a volatilidade.
Mesmo com a alta desta segunda, o dólar ainda acumula queda de 6,19% no ano.
Bolsa cai com pressão de mineradoras.
Entre os temas acompanhados pelos investidores estão pesquisas eleitorais, a crise envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF) e os desdobramentos das investigações relacionadas ao Banco Master.
No exterior, o aumento das preocupações com os efeitos do avanço da inteligência artificial também afetou o desempenho das bolsas. O índice S&P 500, em Nova York, fechou em baixa de 0,48%.
Em setembro, o Brent acumula valorização superior a 15%. No ano, o avanço é de aproximadamente 75%.
A alta do petróleo aumenta as preocupações com a inflação e mantém as decisões de juros das principais economias no radar dos investidores. Nesta semana, o Federal Reserve (Fed) decide a taxa de juros dos Estados Unidos, enquanto, no Brasil, o mercado acompanha a expectativa de continuidade do ciclo de redução da Selic.
Em números
- Dólar fecha perto de R$ 5,15 e Ibovespa cai com aumento da aversão ao risco
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