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Brasileira de 33 anos é encontrada morta em apartamento na Irlanda e polícia investiga homicídio

Jady Cristine Pereira Rosa, brasileira de 33 anos, foi encontrada morta em seu apartamento em Limerick, na Irlanda. A polícia investiga o caso como homicídio e

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Brasileira de 33 anos é encontrada morta em apartamento na Irlanda e polícia investiga homicídio

Jady Cristine Pereira Rosa, brasileira de 33 anos, foi encontrada morta em seu apartamento em Limerick, na Irlanda, na sexta-feira (21).

A polícia irlandesa abriu uma investigação de homicídio e designou um oficial sênior para conduzir o caso.

O corpo foi levado para autópsia, cujos resultados devem orientar a apuração do crime.

A polícia segue uma linha de investigação e pretende ouvir um homem conhecido da vítima.

A família de Jady, moradora de Sorocaba, afirma que a tia foi morta por um ex-companheiro que não aceitou o término.

O Ministério das Relações Exteriores, por meio do Itamaraty, acompanha o caso em contato com as autoridades locais e familiares.

Jady era ativa em comunidades de brasileiros na Irlanda, que lamentaram a morte da conterrânea.

0x Jady Cristine Pereira Rosa, natural de Sorocaba (SP), foi encontrada na sexta-feira em Limerick. A Garda abriu investigação de homicídio e quer ouvir um homem conhecido da vítima.

Ninguém foi preso até agora. A brasileira Jady Cristine Pereira Rosa, de 33 anos, foi encontrada morta na manhã de sexta-feira (21) no apartamento onde morava, em Limerick, no sudoeste da Irlanda.

A polícia irlandesa abriu uma investigação de homicídio.

Jady era natural de Sorocaba, no interior de São Paulo, formada em Direito, e morava havia três anos no exterior. Trabalhava em uma empresa de limpeza no condado de Limerick.

Ela havia combinado de encontrar amigas cedo para ir junto ao trabalho, mas não apareceu. Depois de tentarem contato sem sucesso, as colegas procuraram a Garda, a polícia irlandesa, na delegacia da Henry Street.

Os policiais forçaram a entrada do apartamento, no terceiro andar do edifício Carlton House, na Cecil Street, por volta das 7h30, e encontraram o corpo.

Na tarde de sábado (22), a Garda confirmou a abertura de uma investigação de homicídio. Um oficial investigador sênior foi designado para conduzir o caso e uma central de operações foi montada na delegacia da Henry Street.

O corpo foi levado ao necrotério do University Hospital Limerick. Os resultados da autópsia não foram divulgados, e é ela que deve orientar o rumo da apuração.

A polícia afirma seguir uma linha de investigação definida e pretende ouvir um homem conhecido da vítima. Até o momento, ninguém foi preso nem formalmente acusado.

A Garda pediu que quem tenha informações procure a corporação.

Uma sobrinha de Jady, moradora de Sorocaba, que pediu para não ser identificada, afirmou que a tia foi morta por um homem com quem se relacionava e que, segundo ela, “não soube aceitar um não”.

A parente disse que não daria mais detalhes até a conclusão das investigações.

Trata-se da versão da família. A polícia irlandesa não confirmou essa hipótese nem identificou publicamente qualquer suspeito.

A família pediu apoio ao Ministério das Relações Exteriores. O Itamaraty informou que a Embaixada do Brasil em Dublin tem ciência do caso e o acompanha em contato com as autoridades locais e com os familiares.

Garda: abreviação de An Garda Síochána, a polícia nacional da Irlanda. Não existe divisão entre polícia civil e militar como no Brasil.

Investigação de homicídio: quando a polícia irlandesa classifica assim, significa que passou a tratar a morte como criminosa. Não implica que haja suspeito identificado.

Linha de investigação definida: expressão usada pela polícia quando já existe uma hipótese principal sendo apurada, sem que isso signifique acusação formal.

Autópsia: exame do corpo feito por médico patologista para estabelecer a causa da morte. É ela que orienta o rumo da investigação.

Assistência consular: apoio que o país presta a seus cidadãos no exterior, dentro dos limites da lei do país onde eles estão.

Nenhuma pessoa foi presa ou formalmente acusada até a publicação desta reportagem. Todos são presumidos inocentes até decisão judicial definitiva.

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Itamaraty informa que, até o início da tarde desta segunda-feira, não havia registro de brasileiros entre as vítimas.

Fontes

Informação baseada em material público de A Crítica, reescrito pela redação ULTRA NOTÍCIAS.

Fontes consultadas

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